Arquivo da categoria: Direito dos Animais

Imagens, textos, artigos e outros materiais referentes ao assunto Direito dos Animais.

Guia de raças – Por que adotar um vira-lata é uma ótima opção


Eles já foram alvo de muito preconceito, mas atualmente são considerados os melhores cães para se ter em casa

Getty Images – Eles já foram alvo de muito preconceito, mas atualmente são considerados os melhores cães para se ter em casa

O termo vira-latas refere-se aos cães de ruas que precisam revirar latas de lixo para terem o que comer, mas o nome usado por veterinários é SRD (Sem Raça Definida). A maioria destes cães são abandonados e vivem nas ruas justamente por não terem características de uma raça específica e muito menos a garantia de um porte. Eles já foram alvo de muito preconceito, mas atualmente são considerados os melhores cães para se ter em casa, já que são extremamente afetivos.

Os donos de vira-latas sempre falam da gratidão que estes cães são capazes de expressar – especialmente os que foram resgatados de situações de risco. Para conhecer mais sobre eles, a veterinária Luciana Forte tira dúvidas e conta algumas curiosidades. 

Origem:
O vira-lata sempre existiu. É impossível datar o momento em que a primeira cruza entre dois cães de duas raças diferentes não foi bem aceita pelo homem e foi descartada na rua, por isso, sempre estiveram presentes.

Raças similares:
Todo vira-lata parece com alguma raça. Afinal em alguma parte da sua árvore genealógica existe um cão de raça.

Características físicas principais:
A principal característica é que não existe uma aparência previsível para os vira-latas. Eles existem em diversos portes e podem apresentar combinações super inusitadas como cabeça pequena para um corpo grande, orelhas grandes demais, patas desproporcionais ao tronco, entre outras. Muitos vira-latas podem se parecer com cães de raças e com isso muitos falsos criadores se aproveitam para comercializá-los.

Pelos:
A pelagem pode ser lisa ou crespa, longa ou curta e pode apresentar todas as cores em diversas misturas, podendo ter apenas uma cor sólida ou ser malhada.

Tamanho:
Seu tamanho pode variar muito, existem vira-latas de pequeno, médio ou grande porte.

Peso:
Assim como o tamanho, o peso é extremamente incerto. É impossível de ter algo estabelecido.

Expectativa de vida:
Vira-latas quando vivem em casas com uma família responsável, vivem muito. Há casos de cães que viveram cerca de 20 anos. Porém, enquanto estão nas ruas, sua maioria vive no máximo até os 5 anos de idade, pois infelizmente precisam lidar com falta de comida, pessoas mal intencionadas, carros que não freiam para animais e total falta de abrigo para os dias frios ou chuvosos.

Problemas de saúde:
São cães mais fortes e resistentes do que a maioria e não possuem predisposição a doenças adquiridas ou crônicas. Isto se deve ao fato de serem resultados de inúmeros cruzamentos, enquanto que para obter uma raça pura, os criadores muitas vezes cruzam animais irmãos, fazendo com que as doenças recessivas acabem sendo passadas aos filhotes. Porém a condição de ser mais resistente não é lei, por isso, fuja do mito que vira-latas não precisam ir ao veterinário ou tomar vacinas, eles precisam de cuidados como todos os outros cães, incluindo a vacina múltipla anual vermífugos e anti pulgas.

Comportamento:
Os cães expostos às crueldades da rua e pessoas mal intencionadas são em sua maioria medrosos e agressivos. Mas em geral os vira-latas são extremamente carinhosos, fiéis ao dono, obedientes e algumas vezes ciumentos. Pode conviver com outros animais pacificamente, já que possui aflorado o extinto de viver em bandos e nunca sozinho (como cães da raça Sharpei)

Ambiente:
Como todo animal, ele precisa de espaço, limpeza e conforto. O vira-lata pode viver em casas, apartamentos ou sítios. Mas nunca deve ser privado de passear, ver a movimentação das ruas e cheirar postes e arbustos. Aliás, nenhum cão deve ter estas coisas privadas.

Atividades:
Os passeios diários são essenciais e obrigatórios para qualquer cão de qualquer raça. Atividades para gasto de energia também são essenciais. Os vira-latas amam aprender truques e obedecer seu dono, por isso invista em ensiná-los alguma coisa.

Em que estação vive melhor?
Não possui uma estação em que vive melhor. É um cão que consegue se adaptar muito bem a todas as estações e condições climáticas moderadas.

Curiosidades da raça:
Apesar de muita gente, futilmente, torcer o nariz para o vira-lata, ele é o animal mais popular no estado de São Paulo, segundo uma pesquisa realizada pelo Datafolha. Atualmente o ato nobre de adotar um animal, ao invés de comprá-lo tem se popularizado por todas as classes e conscientizado inúmeras pessoas. Muitas ONGs resgatam animais de rua, os medicam e procuram uma família responsável para adotá-los, estas organização governamentais são responsáveis por várias vidas salvas e por muitos donos felizes.

Até no mundo das celebridades a adoção é muito praticada, famosos como Miley Cyrus, Robert Pattinson e Ellen Degeneres possuem cães vira-latas. A apresentadora Marimoon também tem um SRD e incentiva outras pessoas a adotarem : “A raça de um animal não determina o amor que ele terá por você. O Roots apareceu um dia lá na casa da minha mãe e a gente resolveu adotá-lo, mas na verdade foi ele que adotou a gente”. Os também apresentadores Danilo Gentili e Luisa Mell, não cansam de mostrar dedicação a causa, Luisa ainda comanda uma força-tarefa para resgatar animais feridos e que sofreram maus tratos, seus resgates e animais que procuram por um lar podem ser vistos na sua página do Facebook.

Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/guia-ra-porque-adotar-um-vira-lata-uma-164700329.html

Amizades animais surpreendentes


As imagens são lindas, o texto simples, mas em inglês… qualquer coisa é só usar o Google tradutor!

Vale a pena!

Ótima semana!

 

15 Unusual Animal Friendships That Will Melt Your Heart

There are some people out there that still believe that animals are just dumb beasts, but the unlikely animal friendships we’ve gathered here will prove that they are capable of feeling love and compassion just like we are.

Naturally, all of these pictures are heart-breakingly adorable, but there’s more to it than that. Why did these animals form their friendships? Some of them, like the lions, dogs and elephants, are known for forming strong social relationships or even networks in the wild. In the absence of their prides or packs, it makes sense that they would seek social relationships outside of their own species. Other more solitary animals may form parent-child relationship with animals that they spend time with or that helped raise them, especially if their own parents are gone.

Whatever the reason may be, unusual friendships like these show that animals may be far more emotionally complex than many of us believe. Maybe these friendships aren’t so unusual after all!

1. Bubbles the African Elephant and Bella the Black Labrador

Image credits: Barry Bland

Despite the extreme difference in size, Bubbles the elephant and Bella the black lab have become great friends. Bubbles was brought to a safari reserve in the U.S. after she was rescued from ivory poachers in Africa, while Bella was left there by a contractor for the park. The two are great to see together, especially when Bella uses Bubbles as a diving board! (read more)

2. Bea the Giraffe and Wilma the Ostrich

Image credits: PA

Bea and Wilma have become great friends during their time together at Busch Gardens in the U.S. The two share a huge 65-acre enclosure, so they aren’t forced to spend time together – they do so willingly.

3. Tinni the Dog and Sniffer the Wild Fox

unusual-animal-friendship-1-4

unusual-animal-friendship-1-5

unusual-animal-friendship-1-6

Image credits: Torgeir Berge

Tinni the dog and Sniffer the wild fox have been the best of friends since they met in the forests of Norway. Torgeir Berge, Tinni’s owner, does what he can to keep up and photograph the pair as they play in the woods. (read more)

4. Torque the Dog and Shrek the Owl

Image credits: Solent News and Photos

Torque adopted Shrek the owl chick when he was just 6 months old himself. Shrek was removed from his mother’s care because handlers were afraid that she might eat him when stressed. He’s doing great now, and the two have become inseparable pals.

5. Fred the Labrador and Dennis the Duckling

Image credits: SWNS

Things were looking grim for Dennis the duckling when his mother had been mauled by a fox. Fred the Labrador and his owner Jeremy, however, found and rescued Dennis. Dennis and Fred have been buddies ever since. Fred apparently has a big heart, because it’s not the first time he’s helped take care of an orphan – he once adopted a baby deer as well.

6. Mabel the Chicken and the Puppies

Image credits: Anita Maric

After being saved from the pot due to a foot injury, Mable found a new wonder when she was moved into her owners’ home – puppies! For some reason, the year-old hen has taken to roosting on the puppies and keeping them warm while their mother prefers the yard. Go figure!

7. Milo the Dog and Bonedigger the Lion

Image credits: Barcroft USA

Milo the tiny dachshund took Bonedigger the lion cub under his wing when it was discovered that the lion was suffering from a metabolic bone disease that left him disabled. Five years later, the 500 pound lion is still the best of buddies with the 11-pound dachshund and his two compatriots, Bullet and Angel.

8. Cat and the Fox

Image credits: imgur.com

Image credits: imgur.com

This curious pair was spotted playing by fishermen on the shore of Lake Van in Turkey. Not much is known beyond the fact that they’re very cute and very playful.

9. Shere Khan, Baloo and Leo

Image credits: Barcroft Media

The tale of Shere Khan the tiger, Baloo the bear and Leo the lion is truly touching. The three of them were rescued together from a drug dealer who had abused them extensively. Baloo even needed surgery to remove a harness that had grown into his skin and caused deformities – the owner had never bothered to adjust it. Because of what they’ve suffered together, the three friends are now inseparable. They are under the care of the Noah’s Ark Animal Sanctuary in the U.S.

10. Mani the Wild Boar Piglet and Candy the Dog

Image credits: spiegel.de

Manni the wild boar piglet was found starving in a field in southwest Germany and brought home by the Dahlhaus family. When he was introduced to their Jack Russell terrier Candy, the two immediately hit it off. Since last we heard, Manni is recovering well and will either stay with his family or move to a wildlife park.

11. Kasi the Cheetah and Mtani the Labrador

Image credits: Busch Gardens Tampa

Kasi and Mtani were raised together at Bush Gardens in the U.S. During their youth, their unusual friendship was a treat to watch. As he grew into adolescence, however, Kasi began drifting away from Mtani and becoming more interested in the female cheetahs in the next pen. While Kasi now spends more time with other cheetahs, the two are still good friends and often visit schools and other places together.

12. Rabbit and Deer

unusual-animal-friendship-9-3

Image credits: Tanja Askani

Spotted by animal photographer Tanja Askani, this unusual deer and rabbit duo looks like right out of Disney’s classic Bambi.

13. Suryia the Orangutan and Roscoe the Blue Tick Hound

unusual-animal-friendship-13-5

Suryia and Roscoe live together at a rare and endangered species reserve in the U.S. While orangutans are endangered, dogs are certainly less so. However, Roscoe has lived with her ever since he followed Suryia and her handlers home. It didn’t look like he had any other home to go to, so he stayed with Suryia, and they’ve been great friends ever since.

14. Kate the Great Dane and Pippin the Deer

Image credits: Isobel Springett

Image credits: Isobel Springett

Pippin the baby deer was adopted by Kate the caring Great Dane. They were great friends while growing up, but as Pippin matured, she moved out into the forest to raise a deer family of her own. She still visits Kate and her owner Isobel, however.

15. Anjana the Chimpanzee and Tiger Cubs

Image credits: Bary Bland

These two white tiger cubs were separated from their mother after her enclosure was flooded during a hurricane. Fortunately, they’ve been adopted by a U.S. animal reserve by Anjana the chimpanzee and their caretaker, China York. Anjana has helped China raise many different orphaned animals, so we’re sure they’re in good hands.

 

Fonte: http://www.boredpanda.com/unusual-animal-friendships-interspecies/?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+BoredPanda+%28Bored+Panda%29

Apesar da falta de legislação, empresas já não utilizam testes em animais


Para ver a listagem completa das empresas que NÃO utilizam animais nos testes:

  1. Empresas nacionais que não usam animais em testes: http://www.pea.org.br/crueldade/testes/naotestam.htm
  2. Empresas internacionais que não usam animais em testes: http://www.mediapeta.com/peta/PDF/companiesdonttest.pdf

O povo brasileiro apoia o fim dos testes em animais. (Foto: ThinkStock)

Maus-tratos aos animais é um assunto sério. E muita gente levanta a bandeira em favor dos bichinhos: uns desistem de comer carne, outros não usam produtos com couro ou peles, e há aqueles que são terminantemente contra produtos testados em animais. A questão é que muitas empresas, incluindo as de cosméticos, sacrificam milhares de animais por ano em pesquisas para validação de batons, xampus e perfumes. Se você acha isso um absurdo, fique de olho! Organizações como a PEA (Projeto Esperança Animal) e a internacional PETA (People for the Ethical Treatment of Animals) dão à sociedade um pouco mais de informação sobre o assunto e incluem nos seus arquivos o nome das empresas que adotaram o modelo “cruelty free” (livre de crueldade).

Mas o que é uma empresa “cruelty free“? A organização Humane Society International (HSI), outra que luta contra os testes, define como livre de crueldade “uma empresa que eliminou a experimentação animal em todos os níveis de produção a partir de uma data precisa. Isso se aplica aos testes de produtos acabados assim como testes de cada ingrediente”. E mais: a empresa assim denominada não pode vender seus produtos em países que exigem testes em animais, nem pode usar ingredientes novos que eventualmente levariam a realização de novos testes em animais. Além disso, deve garantir que todos os seus fornecedores de ingredientes se comprometam também a não fazer novos testes em animais.

O povo brasileiro apoia o fim dos testes em animais.

Recente pesquisa, realizada pela HSI/IBOPE, revelou que 67% da população se diz favorável à proibição dos testes em animais para cosméticos e seus ingredientes. Mas por aqui essa conversa ainda deve durar. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) é quem estabelece e fiscaliza as normas desde a produção até o consumo final. Sobre o assunto, ela descreve em seu portal que “apesar da proibição para testes em animais ser uma tendência mundial, ainda não há uma legislação em vigência no Brasil a respeito”.

Ainda, segundo o órgão, “de acordo com o Guia para Avaliação de Segurança de Produtos Cosméticos, não é possível abandonar a utilização de animais na avaliação da segurança de produtos, por falta de métodos alternativos validados”. Então, não há previsão de uma legislação aos moldes da União Europeia.

Por lá os testes de cosméticos em animais são proibidos desde 2009. E, em março deste ano foi proibida a venda de produtos que passaram por esse tipo de testagem, incluindo os importados. Israel estava a frente da discussão e desde 2007 possui legislação para tratar o assunto. A Índia deu um basta nos testes em julho deste ano e segue rumo à outro passo importante: combater a terceirização dos testes de produtos indianos em outros países. A Coreia do Sul também se engajou na luta e busca, na letra da lei, acabar com a prática.

De acordo com a HSI, toda essa polêmica poderia ser amenizada se as empresas garantissem a segurança de seus produtos de outra forma. A proposta da organização é utilizar “os milhares de ingredientes existentes que possuem uma longa história de uso seguro, juntamente com o uso de um número crescente de métodos alternativos que não envolvem o uso de animais”.

Umas dizem sim, outras dizem não

A Natura diz, em seu site, que, desde 2006, aboliu o teste em animais. “Ao invés de utilizar animais em nossos testes utilizamos as mais avançadas técnicas mundiais de avaliação que incluem modelos computacionais, pesquisa e revisão contínua dos dados publicados em literatura científica do mundo todo e testes in vitro, que também são aceitos pela comunidade científica internacional”, justifica a empresa.

A gigante O Boticário deu um stop nos testes em 2000 mas foi recentemente questionada por consumidoras que receberam da empresa o seguinte comunicado: “O Boticário é uma empresa pioneira na construção de relacionamentos com seus consumidores e aproveita este momento para reforçar que a empresa não realiza testes que envolvam o uso de animais no desenvolvimento de seus produtos. Esta determinação interna consta da nossa política de atuação, que é comprovada pelos protocolos submetidos e aceitos pelos mais rigorosos órgãos governamentais de fiscalização e concebidos dentro de rígidos padrões nacionais e internacionais”.

A nova Jequiti, marca do Grupo Silvio Santos, é outra que entrou na onda politicamente correta e não testa em animais. Segundo a assessoria de imprensa da marca, “todos os produtos passam por pesquisas com alternativas viáveis que não incluem os testes em animais”.

Já a Unilever, que possui um plano de sustentabilidade considerado referência pelo mercado, ainda utiliza testes em animais mas diz que está comprometida com a eliminação dos mesmos. “Em situações em que testes em animais são exigidos por lei ou atualmente inevitáveis, nosso objetivo é minimizar o número de animais utilizados”, diz em comunicado.

Ao Yahoo, a  Johnson & Johnson enviou comunicado diante da polêmica com os animais: “A J&J esclarece que não realiza testes em animais para nenhum dos seus produtos de higiene e beleza produzidos no Brasil. Globalmente, a empresa não realiza testes em animais para nenhum dos seus produtos, de higiene e beleza, exceto em casos de exigência da legislação local de algum país em que a empresa esteja presente. A empresa apoia os esforços para eliminar o uso de testes em animais investindo recursos científicos no desenvolvimento e na comprovação de métodos alternativos, buscando suas validações, aceitação e adequações”.

Outras empresas grandes como Procter & Gamble, Pantene, Colgate-Palmolive, L´Oreal e L´Occitane figuram na lista das “non gratas”. No entanto, é muito difícil identificar todas as empresas que realizam testes em animais. É bom deixar claro que uma vez na lista das empresas que não testam em animais, não é garantia do “para sempre”. Algumas vão e voltam, como é o caso da AVON – que havia parado com os testes em 1989 – e da canadense MAC. As listas estão sujeitas à mudança pois algumas companhias que não fazem teste com animais aqui no Brasil precisam fazê-los para ter seus produtos em outros mercados milionários, como a China, por exemplo, onde esse tipo de teste é obrigatório desde 1990.

Ativistas pelos Direitos Animais do mundo inteiro esperam que, em breve, o mundo entenda que os testes em animais já não têm mais espaço. Para Andrew Rowan, presidente da Humane Society Internacional, “os testes de toxicidade em animais representam a ciência desatualizada; técnicas com décadas de idade, e que não podem garantir a segurança do consumidor. O futuro dos testes de segurança está nos métodos modernos baseados em biologia humana”, disse em carta aberta para a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC).

Mas como essa conversa começou? A polêmica dos beagles

Na sexta-feira, 18,, um grupo de ativistas invadiu o Instituto Royal e resgatou cães da raça beagle que eram usados em testes laboratoriais de produtos cosméticos e farmacêuticos. A empresa, no entanto, disse em nota que “realiza todos os testes com animais dentro das normas e exigências da Anvisa”.

Os beagles são os cobaias preferidos nos laboratórios por serem animais dóceis. Só nos Estados Unidos estima-se que cerca de 70 mil beagles sejam utilizados em testes.

Fonte: http://br.mulher.yahoo.com/apesar-da-falta-legisla-o-empresas-j-n-202000480.html?page=all

COMO AJUDAR UM CÃO QUE LEVOU UM CHOQUE ELÉTRICO


Cães adultos raramente são vítimas de choques elétricos. No entanto, filhotes são naturalmente curiosos e roem praticamente tudo, inclusive fios elétricos. Se o isolamento estiver perfurado e a boca entrar em contato com os dois fios de arame, o cachorro vai levar um choque e pode não conseguir soltar o fio.
A eletrocução pode causar lesões cardíacas graves e acúmulo de líquido nos pulmões. Choques muito fortes podem parar o coração e a ressuscitação cardiopulmonar deverá ser feita imediatamente para fazer o coração voltar a bater. Além disso, a boca do cachorro provavelmente vai estar queimada por causa do contato com os fios desencapados. Verifique sinais de choque, que incluem gengivas pálidas ou brancas, batimento cardíaco acelerado e respiração rápida.
Para cuidar adequadamente de um cachorro que levou um choque elétrico, use as seguintes dicas:

Cão que levou choque elétrico

Se o cachorro ainda está com o fio elétrico na boca NÃO o toque. Antes retire o plugue da tomada.
Se o cão estiver inconsciente, verifique a respiração.
Se o cão não estiver respirando, sinta seu batimento cardíaco colocando seus dedos 5 cm atrás do cotovelo no meio do peito.
Se o coração estiver batendo, respiração artificial.
Deite o cachorro de lado e estique sua cabeça e pescoço.

Ressuscitação pós choque

Mantenha a boca e lábios fechados e assopre com força pelas narinas. Faça uma respiração a cada 3 a 5 s. Respire fundo e repita até sentir resistência ou ver o peito subir.

Após 10 s pare. Observe o peito para ver se está se movendo, o que indica que o cachorro está respirando sozinho.

Se o cachorro não estiver respirando, continue a respiração artificial. Se o coração não estiver batendo faça uma ressuscitação cardiopulmonar.

Fonte: http://planetadosfilhotes.com.br/informacoes/primeiros-socorros

COMO CUIDAR DE UM CÃO COM UMA PERNA QUEBRADA


É importante lembrar que os cães têm alta tolerância a dor e que uma perna fraturada parece não incomodar. Então, não tenha medo de mexer em um membro fraturado,  mas tenha cuidado. O cachorro vai demonstrar se estiver doendo.
Alguns sinais comuns: uma perna que parece deformada, pendurada, que não suporta o peso do corpo e que está inchada. Também procure por sinais de choque, como: gengivas pálidas ou brancas, batimento cardíaco rápido e respiração acelerada.

Para cuidar apropriadamente de um cachorro com um osso quebrado, contenha o cão se necessário.

Cão com a perna fraturada

Aproxime-se do cachorro lentamente, falando em um tom de voz tranqüilizador.
Passe uma guia pelo pescoço do cachorro e então em volta de um objeto fixo. Puxe o cão contra este objeto e amarre a guia de maneira que o cachorro não consiga mover a cabeça.
Faça uma focinheira para sua maior proteção.

Examine a perna e determine que a fratura é exposta (ferimento perto da área quebrada ou osso saindo da pele) ou fechada (sem lesão na pele). Se a fratura for fechada, siga ao passo 4. Se houver fratura exposta, lave bem o ferimento com água limpa.

Cuidando do ferimento

Cubra o ferimento com um curativo estéril ou pano limpo.
NÃO tente fazer uma tala. Segure uma toalha grande dobrada sobre o membro não fraturado e leve o cachorro imediatamente ao veterinário.
Se o menbro fraturado estiver muito deformado ou se o cachorro demonstrar muita dor quando você tenta fazer uma tala, pare de tentar. Mas se for possível, faça a tala.
Use qualquer material disponível para a tala: varetas, jornais, revistas ou papelão. O objeto é para imobilizar, não para reduzir a fratura.

Tala

Prenda a tala ao membro fraturado com tiras de tecido ou gaze.
Cole ou amarre as tiras com firmeza, mas sem apertar muito para não impedir a circulação de sangue.
Leve o cachorro imediatamente ao veterinário.

Se o membro fraturado estiver muito deformado ou se o cachorro demonstrar muita dor quando você tenta fazer a tala, segure uma toalha grande dobrada sobre o membro não fraturado e leve o cachorro imediatamente ao veterinário.

Fonte: http://planetadosfilhotes.com.br/informacoes/primeiros-socorros

COMO TRATAR UM CÃO QUEIMADO


Os cachorros adoram ficar aos pés dos donos quando estes estão cozinhando. Pode ser muito bonito, mas também pode ser muito perigoso para o cachorro quando se está usando água fervente ou óleo quente na cozinha.

O cachorro pode ter queimaduras de primeiro, segundo ou terceiro graus causadas por fogo, calor, líquidos ferventes, produtos químicos e eletricidade. Todas são dolorosas e podem causar danos e até a morte. Queimaduras superficiais, doloridas e avermelhadas normalmente não são graves. Porém, os primeiros socorros devem ser prestados o mais rápido possível para aliviar a dor.

As dicas a seguir vão ajudar a identificar o tipo de queimadura com a qual você está lidando e também como tratar os ferimentos.

Queimaduras de primeiro ou segundo grau

Os sinais de uma queimadura de primeiro grau incluem pelos queimados ou intactos, lesões dolorosas e pele vermelha com a possibilidade de formação de bolhas. Os sinais de queimaduras de segundo grau são pelos queimados ou lesões dolorosas que ficam amarronzadas, com inchaço e bolhas. Se você perceber qualquer um desses sinais, faça o seguinte:

Tratando queimaduras

Contenha o cão, se necessário.
Aproxime-se do cachorro lentamente, falando em um tom de voz tranqüilizador. Aplique água fria ou bolsas de gelo no local deixando em contato com a área afetada por 15 min. NÃO use pomadas ou óleo.

Se a queimadura cobrir uma grande parte do corpo do cachorro ou estiver onde ele possa lamber, cubra o local com uma compressa estéril. NÃO use algodão.

Enrole pedaços de pano ou outro material macio ao redor da compressa e amarre ou cole com esparadrapo somente para manter a compressa no lugar. Leve o cachorro a um veterinário o mais rápido possível.

Queimaduras de terceiro grau

Os sinais de uma queimadura de terceiro grau incluem destruição de uma área de pele, lesões brancas ou pretas e pelo que sai com facilidade. Também observe sinais de choque, que incluem gengivas pálidas ou brancas, batimento cardíaco e respiração rápida. Se você vir algum desses sinais, faça o seguinte:

Contenha o cão, se necessário.
Aproxime-se do cachorro lentamente, falando em um tom de voz tranqüilizador. Veja se o cachorro está em choque.

Examine as gengivas erguendo o lábio superior com cuidado. Gengivas pálidas ou brancas indicam grande possibilidade de choque. Se as gengivas estiverem rosadas o cachorro não está em choque.

Determine o batimento cardíaco. Coloque seus dedos com firmeza sobre o cão aproximadamente 5 cm atrás do cotovelo no centro do peito. Conte o número de batidas em 10 s e multiplique por 6. Se o cachorro estiver em choque, seu batimento deve ser de mais de 150 batidas por minuto.

Coloque o cachorro de lado com a cabeça estendida. Puxe a língua do cachorro com cuidado para manter a entrada de ar livre.
Eleve um pouco a parte traseira do cachorro, usando um travesseiro ou toalhas dobradas. Para conservar a temperatura corporal, enrole o cachorro em um cobertor ou casaco.

NÃO use pomadas ou óleos. Coloque uma compressa limpa e seca sobre a área queimada. NÃO use algodão.
Enrole pedaços de pano ou outro material macio ao redor do curativo e amarre ou cole com esparadrapo, pressionando apenas o suficiente para segurar a bandagem no lugar.

Leve o cachorro a um veterinário o mais rápido possível.

Queimaduras químicas

Os sinais de queimaduras químicas incluem um cheiro característico como de terebentina, gasolina ou inseticida; pele avermelhada ou dor. Se você perceber esses sinais, faça o seguinte:

Tratando queimaduras químicas

Contenha o cão, se necessário;
Aproxime-se do cachorro lentamente, falando em um tom de voz tranqüilizador.
Lave a área completamente com água e sabão, repetindo quantas vezes for necessário para remover o produto químico. Use sabão suave e ensaboe bem. NÃO use qualquer tipo de solvente. Fale com o veterinário para maiores instruções.

Fonte: http://planetadosfilhotes.com.br/informacoes/primeiros-socorros

COMO TRATAR UM CÃO ENGASGADO


Está se afogando com um corpo estranho, precisa de ajuda imediatamente. Quanto mais ele tenta respirar, mais entra em pânico. Seu objetivo nesta situação de emergência é liberar as vias aéreas sem ser mordido.

Os sinais de que o cachorro está engasgado incluem tentar limpar a boca com as patas, língua pálida ou azulada, agonia evidente ou inconsciência. Se o cachorro estiver inconsciente e você acha que há um corpo estranho, libere as vias aéreas antes de fazer ressuscitação cardiopulmonar. Se o cachorro não consegue respirar não adianta tentar a ressuscitação.

Embora possa parecer difícil, você pode ajudar um cachorro engasgado ou inconsciente seguindo as dicas básicas abaixo. Seu esforço pode salvar a vida de um cachorro.

De ponta cabeça

Contenha o cão, se necessário. Aproxime-se do cachorro lentamente, falando em um tom de voz tranqüilizador. Desobstrua as vias aéreas. Abra a boca do cachorro cuidadosamente, segurando a mandíbula superior com uma mão sobre o focinho.

Pressione os lábios do cão sobre os dentes superiores apertando com seu polegar em um lado e os outros dedos no outro, de maneira que os lábios do cachorro fiquem entre seus dentes e os dedos. Aperte com firmeza para forçar a boca a ficar aberta.

Se você consegue ver o objeto, tente removê-lo com seus dedos. Se não conseguir remover o objeto e o cachorro for pequeno o suficiente, segure ele pelas pernas traseiras, vire-o de cabeça para baixo e chacoalhe vigorosamente. Bater nas costas também pode ajudar a mover o objeto.
Se você não consegue remover o objeto e o cachorro é grande demais para ser erguido, coloque-o deitado de lado no chão.

Coloque a sua mão atrás da caixa torácica e aperte para baixo e um pouco para frente, com firmeza. Solte. Repita rapidamente várias vezes até o objeto ser expelido.

Se não conseguir retirar o objeto, leve o cachorro imediatamente ao veterinário.
Se retirar o objeto e o cachorro ainda não estiver respirando, sinta sua pulsação colocando seus dedos 5 cm atrás do cotovelo do cachorro no meio do peito.

Faça respiração artificial. Deite o cachorro de lado; estique a cabeça e o pescoço do cão. Mantenha a boca e lábios fechados e assopre com força pelas narinas. Faça uma respiração de 3 a 5 s. Respire fundo e repita até sentir resistência ou ver o peito subir. Após 10 s pare. Observe o peito para ver se está se movendo, o que indica que o cachorro está respirando sozinho. Se o cachorro não estiver respirando, continue a respiração artificial. Se o coração não estiver batendo faça uma ressuscitação cardiopulmonar.

 

Fonte: http://planetadosfilhotes.com.br/informacoes/primeiros-socorros