Maneiras bizarras de minar sua própria felicidade!


1. Redes sociais

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Você é o tipo de pessoa que vai terminar de ler este artigo e deixar um comentário? Temos más notícias: você é objetivamente mais propenso a ser solitário. Um estudo recente analisou o uso da internet de pessoas deprimidas e não deprimidas, e descobriu que as infelizes usam a internet de forma diferente. Especificamente, são mais propensas a se envolver em interações como compartilhar fotos, músicas e opiniões através do Facebook, salas de chat e fóruns. As pessoas saudáveis eram menos propensas a verificar obsessivamente seu e-mail, passar o tempo em redes sociais, e sentar-se até tarde da noite lendo artigos. Esta descoberta vai contra tudo o que pensamos saber sobre a internet. A interação em redes sociais deveria fazer-nos sentir menos solitários e mais conectados, daí o motivo pelo qual todos parecem ter mais amigos no Facebook do que há pessoas no planeta. No entanto, um grande corpo de pesquisa sugere que esse ponto de vista é desatualizado. O segredo da felicidade na internet é simplesmente ignorar todos os idiotas furiosos da web e seguir com sua própria vida.

2. Música

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Não é incomum ouvir críticos musicais nostálgicos falando sobre uma música ou o álbum “que salvou sua vida”. É um sentimento que todos podem entender – aquele momento em que você ouve um trecho de uma música e se identifica. Portanto, pode ser chocante para alguns que ouvir música aparentemente torna as pessoas mais propensas à depressão. Em 2011, um estudo da Universidade de Pittsburgh (EUA) categorizou adolescentes pela quantidade de tempo que passaram ouvindo música e comparou seu bem-estar mental. Eles descobriram que, para cada aumento do nível de audição, o risco de depressão aumentou 80%. Isso é quase o efeito oposto que a leitura teve, com adolescentes sendo 50% menos infelizes quanto mais liam. A música foi o passatempo mais ligado à depressão, batendo até mesmo a TV. Por quê? Não sabemos ainda. Talvez a música moderna seja consistentemente miserável, ou talvez adolescentes deprimidos sejam mais propensos a tentar escapar através da música. Tudo o que podemos dizer com certeza é que o cara ouvindo funk no ônibus é provavelmente mais deprimido do que a menina sentada ao lado dele lendo Franz Kafka.

3. TV


Um estudo da Universidade de Maryland (EUA) sobre a felicidade tentou descobrir os hábitos mais comuns das pessoas que se dizem muito felizes e infelizes. O resultado? Pessoas infelizes assistem mais televisão. As que disseram ser “muito felizes” eram propensas a gastar mais tempo lendo e socializando. Os pesquisadores analisaram 30 anos de informações e chegaram à conclusão de que assistir televisão pode ajudar na felicidade momentânea, mas tem menos efeitos positivos mais tarde na vida. Isso porque assistir TV é uma atividade viciante, que como tal produz prazer momentâneo e infelicidade a longo prazo. Para pessoas menos sociáveis, a TV é a droga da vez.

4. Compras

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Muitos concordariam que a melhor maneira de relaxar de uma semana estressante é ir às compras. No entanto, o capitalismo está na verdade lhe deixando miserável. Um estudo recente realizado na Holanda seguiu 2.500 pessoas para avaliar os seus hábitos de compras e felicidade. Eles descobriram que as pessoas materialistas eram mais propensas a ser solitárias, o que também as tornava mais deprimidas. O problema se resume a nossa cultura do consumismo. Graças a décadas de publicidade, somos ensinados a associar certos valores com determinados produtos. Quando não podemos pagar por um desses itens ou temos que gastar mais do que deveríamos para obtê-lo, isso nos deixa ansiosos e isolados.

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10. Sexo

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Ter uma ótima vida sexual deveria ser o bônus da vida. Então, o que esperar do perfil psicológico de um Casanova moderno? Que tal ansiedade e depressão? Um estudo recente com 3.900 estudantes universitários sobre o seu bem-estar mental e sua tendência a saltar na cama com estranhos descobriu níveis elevados de ansiedade, ansiedade social e depressão entre aqueles que frequentemente faziam sexo casual. No entanto, os pesquisadores não determinaram se o sexo causou depressão, ou se a depressão provocou um desejo de perder-se em sexo. Qualquer que seja a maneira de contornar isso, há uma possibilidade muito real de que Hugh Hefner seja o homem mais infeliz da Terra.

Fonte: http://hypescience.com/10-maneiras-bizarras-pelas-quais-voce-esta-minando-sua-felicidade/

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