Arquivo da categoria: Direito dos Animais

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Animais realmente têm sentimentos?


A baby goat nuzzles his mom.

A maioria de nós já conviveu ou convive com cães e gatos e precisa de pouco convencimento de que estes seres amados são indivíduos únicos com sentimentos.

No entanto, geralmente temos uma visão turva sobre os animais selvagens, ou os que são destinados à serem comida no nosso prato.
Jonathan Balcombe, biólogo e diretor de sensibilidade animal no Humane Society Institute for Science and Policy, uma ONG baseada nos EUA, possui um interesse especial em felicidade animal.

Segundo ele, não são apenas cachorros que expressam alegria. Cabras adoram carinho e até se inclinam para receber mais. Ovelhas abanam o rabo em aprovação quando são acariciadas. Aves, como as galinhas, adoram fazer pausas para tomar banhos de sol, afofando suas penas e esticando os braços para maximizar a área de superfície disponível para os raios quentes.

“Observando esses animais perseguindo os seus desejos e necessidades, me lembro de que eles são indivíduos com intenções e preferências. Suas vidas importam para eles. O seu desejo por recompensas faz parte da sua senciência – a capacidade de sofrer ou sentir prazer ou felicidade”, explica Balcombe.

Evidências científicas

Uma vez consideradas totalmente absurdas, hoje emoções animais são uma fonte legítima de pesquisa. Embora os seres humanos não possam saber ao certo o que um animal está sentindo (como não podem saber com certeza o que um outro ser humano está sentindo), podem observar mudanças no comportamento e fisiologia dos bichos, e inferir seus sentimentos.

A evidência é ainda mais atraente quando descobrimos que essasmudanças refletem as próprias mudanças vistas em nossos corposquando somos expostos a estímulos semelhantes.

Por exemplo, na Universidade de Viena (Áustria), uma pesquisa ensinou cães a selecionarem símbolos e imagens em uma tela de computador tocando-os com o nariz. O estudo foi usado para mostrar que os cães, como nós, olham primeiro para o lado esquerdo de um rosto humano, onde os cérebros processam mais emoção. Assim, eles começam uma leitura rápida dos nossos humores e intenções. Isso tudo acontece em uma fração de segundo e, como nós, os cães provavelmente não sabem que estão fazendo isso.

Estudos preliminares também mostram que centros de recompensa do cérebro acendem quando os cães veem um sinal com a mão que normalmente é seguido por algo bom (um biscoito), mas não acendem para um sinal neutro. Da mesma forma, dentro de uma máquina de ressonância magnética, quando os cães sentiram cinco cheiros (o seu próprio, de humanos familiares, de humanos estranhos, de cães familiares e de cães estranhos), seus cérebros registraram uma resposta mais forte ao humano familiar. Parece que a noção de que o cão é “o melhor amigo do homem” é uma faca de dois gumes.

Depressão animal

E animais não sentem só alegria e felicidade, mas tristeza também.

É bem conhecido que quando as pessoas se sentem deprimidas, são mais propensas a ter uma visão pessimista da vida. Parece que não estamos sozinhos nessa tendência.

Em um estudo conduzido pela Universidade Newcastle, da Inglaterra, estorninhos europeus foram alojados durante dez dias tanto em recintos socialmente enriquecidos ou sozinhos em pequenas gaiolas.

Ambos os conjuntos de aves aprenderam a forragear arrancando tampas de pratos, cada um contendo uma minhoca. Os pássaros logo aprenderam que pratos com tampas brancas continham vermes saborosos, enquanto pratos com tampas cinzas escuras abrigavam vermes com sabor ruim. Aves de ambos os grupos logo pararam de virar as tampas escuras.

Mas quando os pesquisadores começaram a apresentar pratos ambíguos, com tampas com tons mais claros de cinza, eles descobriram que as aves em um ambiente social rico eram mais propensas do que as emocionalmente empobrecidas a provar o verme dentro. Além disso, as aves de ambiente social bom tornavam-se marcadamente pessimistas – não abrindo as tampas ambíguas – se eram passadas para alojamentos solitários.

Em uma série de estudos, ratos, porcos, cabras e, curiosamente, até abelhas mostraram a mesma resposta de otimismo/pessimismo (os cientistas a chamam de “viés cognitivo”) para resultados incertos. Parece que a vida de um animal pode ir bem ou mal, e isso influi no estado interno do indivíduo.

Emoções marinhas

Hoje, a maioria dos cientistas concorda que todos os animais vertebrados – mamíferos, aves, répteis, anfíbios e peixes – são, em graus variados, sencientes.

Mas essa perspectiva nem sempre foi popular.

Historicamente, por exemplo, a vida do mar raramente aspirava preocupação quando se tratava de sua capacidade de sofrer. Porém, experimentos meticulosos realizados em trutas uma década atrás concluíram definitivamente que peixes podem sentir dor.

Há agora também apoio científico para a senciência em pelo menos alguns invertebrados. Na pesquisa da bióloga canadense Jennifer Mather, polvos mostraram curiosidade, brincabilidade e personalidade.

E em um estudo liderado por Robert Elwood na Universidade Queens Belfast (Irlanda do Norte), camarões passaram mais tempo acariciando sua antena machucada, a menos que tivessem recebido um anestésico.

Voltando aos peixes, eles são animais altamente evoluídos. Comportam-se mostrando medo, emoção, raiva, prazer e ansiedade. Seus cérebros produzem os mesmos compostos que acompanham as emoções em mamíferos. Demora 48 horas para que os níveis de hormônio dos peixes voltem ao normal após eles serem manipulados de maneira áspera, como serem pegos por pescadores e colocados em pequenos baldes.

Em recifes de coral, as interações entre peixes-limpadores e seus clientes são ricas em consciência e emoção. Limpadores fazem propaganda de seu negócio. Clientes fazem fila pelo serviço de limpeza. Ambas as partes se beneficiam: os limpadores conseguem comida, e os clientes ficam sem parasitas e outras sujeiras indesejáveis.

Este não é um arranjo à toa. Os clientes têm seus limpadores favoritos, outros peixes observam essas interações para escolher quem eles acham que limpa bem e alguns limpadores até tratam melhor o cliente (sem morder sua pele, por exemplo) se há um chefe por perto.

Hoje, os cientistas estão fazendo perguntas sobre a vida dos animais como nunca fizeram antes, diz Blacombe. Conforme as suas conclusões emergem, ganhamos uma perspectiva mais esclarecida das diversas emoções animais. “Isso me dá otimismo de que as expressões negligentes e abusivas da relação homem-animal irão evoluir através da compreensão, na direção da compaixão”, afirma o biólogo.

Fonte: http://hypescience.com/animais-realmente-tem-sentimentos/

Como os cachorros usam seus rabos para falar?


Nada é indicador maior de felicidade do que um cão abanando o rabo. Esse é o principal método de comunicação do melhor amigo do homem, mas o que aconteceria com os cães se eles não tivessem cauda?

A especialista Monique Udell, fundadora do Laboratório de Cognição e Comportamento Caninos na Universidade da Flórida em Gainesville (EUA), explica que, se um animal de estimação perde sua cauda devido a raça, acidente ou procedimento cosmético, isto tem um impacto na sua capacidade de se comunicar com humanos e outros animais.

Por exemplo, os cães com caudas cortadas ou raças com caudas curtas ou encaracoladas, como pugs, não têm a gama de expressão que um cão com uma longa cauda tem. Mas, felizmente, eles podem compensar com outras partes do corpo para mostrar suas emoções.

O rabo, decodificado

Em geral, um cachorro enfia o rabo entre as pernas para transmitir submissão, um sinal importante para outros cães. Ele também pode ser usado para proteger a área genital – o que o torna também funcional.

Os cachorros cobrem sua área genital com suas caudas se não estão prontos para confiar em outro colega de espécie. Isso porque os eles obtêm informações uns sobre os outros ao cheirar as glândulas odoríferas na sua área anal. Assim, exposição desta área é um sinal de confiança.

“Dobrar a cauda [nessa situação] é uma maneira de dizer: ‘Eu estou nervoso… Eu realmente não quero ter essa interação’, assim como um ser humano faz ao cruzar os braços e se afastar”.

Também existem as balançadas de rabo. Monique conta que os cães nem sempre abanam suas caudas pelo mesmo motivo e nem todas as vezes isso significa que estão sendo simpáticos. A cauda relaxada com uma sacudidela entusiástica ou circular é algo amigável ou brincalhão; já se ela for mais lenta, com o corpo mais tensionado, é um sinal para que outras criaturas se afastem.

A verdade sobre os pelos eriçados

Felizmente, os cães que têm problemas em suas caudas têm uma estratégia de emergência. Os cães têm pelos mais duros, que vão do seu pescoço até a cauda, que também usam para se comunicar. A pesquisadora diz que eles são extremamente informativos.

Muita gente acredita que quando estes pelos estão eriçados, indicam agressividade, mas, na verdade, eles transmitem vários tipos de emoções além dessa, incluindo medo ou animação. “Quando minha cachorrinha era um filhote, suas penugens levantam quando trazíamos um brinquedo novo, porque ela ficava muito animada”, lembra.

Porém, com cruzamentos em várias gerações focando na aparência física, tem surgido uma dificuldade para desenvolver esta característica em algumas raças. Os poodles e os galgos afegãos, criados para terem uma pelagem cada vez mais impressionante, ainda conseguem eriçar os pelos das costas, mas isso pode ser obscurecido pelo peso de seus longos pelos. É comum em cães domésticos e em raças que foram modificadas que “às vezes, os sinais não coincidam com o seu comportamento”, e até mesmo pessoas treinadas para trabalhar com cães podem se confundir.

As expressões faciais são também um sinal de cão para cão, e diferentes raças as controlam de forma diferente. Por exemplo, dentes arreganhados podem sinalizar agressão. Contudo, assim como no caso dos pelos, os cruzamentos podem prejudicar estes sinais, como no caso dos buldogues. “Esses cães parecer mais ferozes, e isso pode ser porque seus lábios não conseguem cobrir os dentes”, relata a especialista.

Conheça sua raça

Como os cães têm tanta diversidade, familiarizar-se com os estilos de comunicação da raça do seu pode ajudar bastante. Segundo ela, os cachorros “assistem seus donos durante todo o dia”, e as suas observações os tornam mais capazes de dar respostas a nós como indivíduos. “Se fizéssemos a mesma coisa com os nossos cães, poderíamos aprender um monte de coisas interessantes”.

Fonte: http://hypescience.com/como-os-cachorros-usam-seus-rabos-para-falar/

Guia de raças – Por que adotar um vira-lata é uma ótima opção


Eles já foram alvo de muito preconceito, mas atualmente são considerados os melhores cães para se ter em casa

Getty Images – Eles já foram alvo de muito preconceito, mas atualmente são considerados os melhores cães para se ter em casa

O termo vira-latas refere-se aos cães de ruas que precisam revirar latas de lixo para terem o que comer, mas o nome usado por veterinários é SRD (Sem Raça Definida). A maioria destes cães são abandonados e vivem nas ruas justamente por não terem características de uma raça específica e muito menos a garantia de um porte. Eles já foram alvo de muito preconceito, mas atualmente são considerados os melhores cães para se ter em casa, já que são extremamente afetivos.

Os donos de vira-latas sempre falam da gratidão que estes cães são capazes de expressar – especialmente os que foram resgatados de situações de risco. Para conhecer mais sobre eles, a veterinária Luciana Forte tira dúvidas e conta algumas curiosidades. 

Origem:
O vira-lata sempre existiu. É impossível datar o momento em que a primeira cruza entre dois cães de duas raças diferentes não foi bem aceita pelo homem e foi descartada na rua, por isso, sempre estiveram presentes.

Raças similares:
Todo vira-lata parece com alguma raça. Afinal em alguma parte da sua árvore genealógica existe um cão de raça.

Características físicas principais:
A principal característica é que não existe uma aparência previsível para os vira-latas. Eles existem em diversos portes e podem apresentar combinações super inusitadas como cabeça pequena para um corpo grande, orelhas grandes demais, patas desproporcionais ao tronco, entre outras. Muitos vira-latas podem se parecer com cães de raças e com isso muitos falsos criadores se aproveitam para comercializá-los.

Pelos:
A pelagem pode ser lisa ou crespa, longa ou curta e pode apresentar todas as cores em diversas misturas, podendo ter apenas uma cor sólida ou ser malhada.

Tamanho:
Seu tamanho pode variar muito, existem vira-latas de pequeno, médio ou grande porte.

Peso:
Assim como o tamanho, o peso é extremamente incerto. É impossível de ter algo estabelecido.

Expectativa de vida:
Vira-latas quando vivem em casas com uma família responsável, vivem muito. Há casos de cães que viveram cerca de 20 anos. Porém, enquanto estão nas ruas, sua maioria vive no máximo até os 5 anos de idade, pois infelizmente precisam lidar com falta de comida, pessoas mal intencionadas, carros que não freiam para animais e total falta de abrigo para os dias frios ou chuvosos.

Problemas de saúde:
São cães mais fortes e resistentes do que a maioria e não possuem predisposição a doenças adquiridas ou crônicas. Isto se deve ao fato de serem resultados de inúmeros cruzamentos, enquanto que para obter uma raça pura, os criadores muitas vezes cruzam animais irmãos, fazendo com que as doenças recessivas acabem sendo passadas aos filhotes. Porém a condição de ser mais resistente não é lei, por isso, fuja do mito que vira-latas não precisam ir ao veterinário ou tomar vacinas, eles precisam de cuidados como todos os outros cães, incluindo a vacina múltipla anual vermífugos e anti pulgas.

Comportamento:
Os cães expostos às crueldades da rua e pessoas mal intencionadas são em sua maioria medrosos e agressivos. Mas em geral os vira-latas são extremamente carinhosos, fiéis ao dono, obedientes e algumas vezes ciumentos. Pode conviver com outros animais pacificamente, já que possui aflorado o extinto de viver em bandos e nunca sozinho (como cães da raça Sharpei)

Ambiente:
Como todo animal, ele precisa de espaço, limpeza e conforto. O vira-lata pode viver em casas, apartamentos ou sítios. Mas nunca deve ser privado de passear, ver a movimentação das ruas e cheirar postes e arbustos. Aliás, nenhum cão deve ter estas coisas privadas.

Atividades:
Os passeios diários são essenciais e obrigatórios para qualquer cão de qualquer raça. Atividades para gasto de energia também são essenciais. Os vira-latas amam aprender truques e obedecer seu dono, por isso invista em ensiná-los alguma coisa.

Em que estação vive melhor?
Não possui uma estação em que vive melhor. É um cão que consegue se adaptar muito bem a todas as estações e condições climáticas moderadas.

Curiosidades da raça:
Apesar de muita gente, futilmente, torcer o nariz para o vira-lata, ele é o animal mais popular no estado de São Paulo, segundo uma pesquisa realizada pelo Datafolha. Atualmente o ato nobre de adotar um animal, ao invés de comprá-lo tem se popularizado por todas as classes e conscientizado inúmeras pessoas. Muitas ONGs resgatam animais de rua, os medicam e procuram uma família responsável para adotá-los, estas organização governamentais são responsáveis por várias vidas salvas e por muitos donos felizes.

Até no mundo das celebridades a adoção é muito praticada, famosos como Miley Cyrus, Robert Pattinson e Ellen Degeneres possuem cães vira-latas. A apresentadora Marimoon também tem um SRD e incentiva outras pessoas a adotarem : “A raça de um animal não determina o amor que ele terá por você. O Roots apareceu um dia lá na casa da minha mãe e a gente resolveu adotá-lo, mas na verdade foi ele que adotou a gente”. Os também apresentadores Danilo Gentili e Luisa Mell, não cansam de mostrar dedicação a causa, Luisa ainda comanda uma força-tarefa para resgatar animais feridos e que sofreram maus tratos, seus resgates e animais que procuram por um lar podem ser vistos na sua página do Facebook.

Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/guia-ra-porque-adotar-um-vira-lata-uma-164700329.html

Amizades animais surpreendentes


As imagens são lindas, o texto simples, mas em inglês… qualquer coisa é só usar o Google tradutor!

Vale a pena!

Ótima semana!

 

15 Unusual Animal Friendships That Will Melt Your Heart

There are some people out there that still believe that animals are just dumb beasts, but the unlikely animal friendships we’ve gathered here will prove that they are capable of feeling love and compassion just like we are.

Naturally, all of these pictures are heart-breakingly adorable, but there’s more to it than that. Why did these animals form their friendships? Some of them, like the lions, dogs and elephants, are known for forming strong social relationships or even networks in the wild. In the absence of their prides or packs, it makes sense that they would seek social relationships outside of their own species. Other more solitary animals may form parent-child relationship with animals that they spend time with or that helped raise them, especially if their own parents are gone.

Whatever the reason may be, unusual friendships like these show that animals may be far more emotionally complex than many of us believe. Maybe these friendships aren’t so unusual after all!

1. Bubbles the African Elephant and Bella the Black Labrador

Image credits: Barry Bland

Despite the extreme difference in size, Bubbles the elephant and Bella the black lab have become great friends. Bubbles was brought to a safari reserve in the U.S. after she was rescued from ivory poachers in Africa, while Bella was left there by a contractor for the park. The two are great to see together, especially when Bella uses Bubbles as a diving board! (read more)

2. Bea the Giraffe and Wilma the Ostrich

Image credits: PA

Bea and Wilma have become great friends during their time together at Busch Gardens in the U.S. The two share a huge 65-acre enclosure, so they aren’t forced to spend time together – they do so willingly.

3. Tinni the Dog and Sniffer the Wild Fox

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Image credits: Torgeir Berge

Tinni the dog and Sniffer the wild fox have been the best of friends since they met in the forests of Norway. Torgeir Berge, Tinni’s owner, does what he can to keep up and photograph the pair as they play in the woods. (read more)

4. Torque the Dog and Shrek the Owl

Image credits: Solent News and Photos

Torque adopted Shrek the owl chick when he was just 6 months old himself. Shrek was removed from his mother’s care because handlers were afraid that she might eat him when stressed. He’s doing great now, and the two have become inseparable pals.

5. Fred the Labrador and Dennis the Duckling

Image credits: SWNS

Things were looking grim for Dennis the duckling when his mother had been mauled by a fox. Fred the Labrador and his owner Jeremy, however, found and rescued Dennis. Dennis and Fred have been buddies ever since. Fred apparently has a big heart, because it’s not the first time he’s helped take care of an orphan – he once adopted a baby deer as well.

6. Mabel the Chicken and the Puppies

Image credits: Anita Maric

After being saved from the pot due to a foot injury, Mable found a new wonder when she was moved into her owners’ home – puppies! For some reason, the year-old hen has taken to roosting on the puppies and keeping them warm while their mother prefers the yard. Go figure!

7. Milo the Dog and Bonedigger the Lion

Image credits: Barcroft USA

Milo the tiny dachshund took Bonedigger the lion cub under his wing when it was discovered that the lion was suffering from a metabolic bone disease that left him disabled. Five years later, the 500 pound lion is still the best of buddies with the 11-pound dachshund and his two compatriots, Bullet and Angel.

8. Cat and the Fox

Image credits: imgur.com

Image credits: imgur.com

This curious pair was spotted playing by fishermen on the shore of Lake Van in Turkey. Not much is known beyond the fact that they’re very cute and very playful.

9. Shere Khan, Baloo and Leo

Image credits: Barcroft Media

The tale of Shere Khan the tiger, Baloo the bear and Leo the lion is truly touching. The three of them were rescued together from a drug dealer who had abused them extensively. Baloo even needed surgery to remove a harness that had grown into his skin and caused deformities – the owner had never bothered to adjust it. Because of what they’ve suffered together, the three friends are now inseparable. They are under the care of the Noah’s Ark Animal Sanctuary in the U.S.

10. Mani the Wild Boar Piglet and Candy the Dog

Image credits: spiegel.de

Manni the wild boar piglet was found starving in a field in southwest Germany and brought home by the Dahlhaus family. When he was introduced to their Jack Russell terrier Candy, the two immediately hit it off. Since last we heard, Manni is recovering well and will either stay with his family or move to a wildlife park.

11. Kasi the Cheetah and Mtani the Labrador

Image credits: Busch Gardens Tampa

Kasi and Mtani were raised together at Bush Gardens in the U.S. During their youth, their unusual friendship was a treat to watch. As he grew into adolescence, however, Kasi began drifting away from Mtani and becoming more interested in the female cheetahs in the next pen. While Kasi now spends more time with other cheetahs, the two are still good friends and often visit schools and other places together.

12. Rabbit and Deer

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Image credits: Tanja Askani

Spotted by animal photographer Tanja Askani, this unusual deer and rabbit duo looks like right out of Disney’s classic Bambi.

13. Suryia the Orangutan and Roscoe the Blue Tick Hound

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Suryia and Roscoe live together at a rare and endangered species reserve in the U.S. While orangutans are endangered, dogs are certainly less so. However, Roscoe has lived with her ever since he followed Suryia and her handlers home. It didn’t look like he had any other home to go to, so he stayed with Suryia, and they’ve been great friends ever since.

14. Kate the Great Dane and Pippin the Deer

Image credits: Isobel Springett

Image credits: Isobel Springett

Pippin the baby deer was adopted by Kate the caring Great Dane. They were great friends while growing up, but as Pippin matured, she moved out into the forest to raise a deer family of her own. She still visits Kate and her owner Isobel, however.

15. Anjana the Chimpanzee and Tiger Cubs

Image credits: Bary Bland

These two white tiger cubs were separated from their mother after her enclosure was flooded during a hurricane. Fortunately, they’ve been adopted by a U.S. animal reserve by Anjana the chimpanzee and their caretaker, China York. Anjana has helped China raise many different orphaned animals, so we’re sure they’re in good hands.

 

Fonte: http://www.boredpanda.com/unusual-animal-friendships-interspecies/?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+BoredPanda+%28Bored+Panda%29

Apesar da falta de legislação, empresas já não utilizam testes em animais


Para ver a listagem completa das empresas que NÃO utilizam animais nos testes:

  1. Empresas nacionais que não usam animais em testes: http://www.pea.org.br/crueldade/testes/naotestam.htm
  2. Empresas internacionais que não usam animais em testes: http://www.mediapeta.com/peta/PDF/companiesdonttest.pdf

O povo brasileiro apoia o fim dos testes em animais. (Foto: ThinkStock)

Maus-tratos aos animais é um assunto sério. E muita gente levanta a bandeira em favor dos bichinhos: uns desistem de comer carne, outros não usam produtos com couro ou peles, e há aqueles que são terminantemente contra produtos testados em animais. A questão é que muitas empresas, incluindo as de cosméticos, sacrificam milhares de animais por ano em pesquisas para validação de batons, xampus e perfumes. Se você acha isso um absurdo, fique de olho! Organizações como a PEA (Projeto Esperança Animal) e a internacional PETA (People for the Ethical Treatment of Animals) dão à sociedade um pouco mais de informação sobre o assunto e incluem nos seus arquivos o nome das empresas que adotaram o modelo “cruelty free” (livre de crueldade).

Mas o que é uma empresa “cruelty free“? A organização Humane Society International (HSI), outra que luta contra os testes, define como livre de crueldade “uma empresa que eliminou a experimentação animal em todos os níveis de produção a partir de uma data precisa. Isso se aplica aos testes de produtos acabados assim como testes de cada ingrediente”. E mais: a empresa assim denominada não pode vender seus produtos em países que exigem testes em animais, nem pode usar ingredientes novos que eventualmente levariam a realização de novos testes em animais. Além disso, deve garantir que todos os seus fornecedores de ingredientes se comprometam também a não fazer novos testes em animais.

O povo brasileiro apoia o fim dos testes em animais.

Recente pesquisa, realizada pela HSI/IBOPE, revelou que 67% da população se diz favorável à proibição dos testes em animais para cosméticos e seus ingredientes. Mas por aqui essa conversa ainda deve durar. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) é quem estabelece e fiscaliza as normas desde a produção até o consumo final. Sobre o assunto, ela descreve em seu portal que “apesar da proibição para testes em animais ser uma tendência mundial, ainda não há uma legislação em vigência no Brasil a respeito”.

Ainda, segundo o órgão, “de acordo com o Guia para Avaliação de Segurança de Produtos Cosméticos, não é possível abandonar a utilização de animais na avaliação da segurança de produtos, por falta de métodos alternativos validados”. Então, não há previsão de uma legislação aos moldes da União Europeia.

Por lá os testes de cosméticos em animais são proibidos desde 2009. E, em março deste ano foi proibida a venda de produtos que passaram por esse tipo de testagem, incluindo os importados. Israel estava a frente da discussão e desde 2007 possui legislação para tratar o assunto. A Índia deu um basta nos testes em julho deste ano e segue rumo à outro passo importante: combater a terceirização dos testes de produtos indianos em outros países. A Coreia do Sul também se engajou na luta e busca, na letra da lei, acabar com a prática.

De acordo com a HSI, toda essa polêmica poderia ser amenizada se as empresas garantissem a segurança de seus produtos de outra forma. A proposta da organização é utilizar “os milhares de ingredientes existentes que possuem uma longa história de uso seguro, juntamente com o uso de um número crescente de métodos alternativos que não envolvem o uso de animais”.

Umas dizem sim, outras dizem não

A Natura diz, em seu site, que, desde 2006, aboliu o teste em animais. “Ao invés de utilizar animais em nossos testes utilizamos as mais avançadas técnicas mundiais de avaliação que incluem modelos computacionais, pesquisa e revisão contínua dos dados publicados em literatura científica do mundo todo e testes in vitro, que também são aceitos pela comunidade científica internacional”, justifica a empresa.

A gigante O Boticário deu um stop nos testes em 2000 mas foi recentemente questionada por consumidoras que receberam da empresa o seguinte comunicado: “O Boticário é uma empresa pioneira na construção de relacionamentos com seus consumidores e aproveita este momento para reforçar que a empresa não realiza testes que envolvam o uso de animais no desenvolvimento de seus produtos. Esta determinação interna consta da nossa política de atuação, que é comprovada pelos protocolos submetidos e aceitos pelos mais rigorosos órgãos governamentais de fiscalização e concebidos dentro de rígidos padrões nacionais e internacionais”.

A nova Jequiti, marca do Grupo Silvio Santos, é outra que entrou na onda politicamente correta e não testa em animais. Segundo a assessoria de imprensa da marca, “todos os produtos passam por pesquisas com alternativas viáveis que não incluem os testes em animais”.

Já a Unilever, que possui um plano de sustentabilidade considerado referência pelo mercado, ainda utiliza testes em animais mas diz que está comprometida com a eliminação dos mesmos. “Em situações em que testes em animais são exigidos por lei ou atualmente inevitáveis, nosso objetivo é minimizar o número de animais utilizados”, diz em comunicado.

Ao Yahoo, a  Johnson & Johnson enviou comunicado diante da polêmica com os animais: “A J&J esclarece que não realiza testes em animais para nenhum dos seus produtos de higiene e beleza produzidos no Brasil. Globalmente, a empresa não realiza testes em animais para nenhum dos seus produtos, de higiene e beleza, exceto em casos de exigência da legislação local de algum país em que a empresa esteja presente. A empresa apoia os esforços para eliminar o uso de testes em animais investindo recursos científicos no desenvolvimento e na comprovação de métodos alternativos, buscando suas validações, aceitação e adequações”.

Outras empresas grandes como Procter & Gamble, Pantene, Colgate-Palmolive, L´Oreal e L´Occitane figuram na lista das “non gratas”. No entanto, é muito difícil identificar todas as empresas que realizam testes em animais. É bom deixar claro que uma vez na lista das empresas que não testam em animais, não é garantia do “para sempre”. Algumas vão e voltam, como é o caso da AVON – que havia parado com os testes em 1989 – e da canadense MAC. As listas estão sujeitas à mudança pois algumas companhias que não fazem teste com animais aqui no Brasil precisam fazê-los para ter seus produtos em outros mercados milionários, como a China, por exemplo, onde esse tipo de teste é obrigatório desde 1990.

Ativistas pelos Direitos Animais do mundo inteiro esperam que, em breve, o mundo entenda que os testes em animais já não têm mais espaço. Para Andrew Rowan, presidente da Humane Society Internacional, “os testes de toxicidade em animais representam a ciência desatualizada; técnicas com décadas de idade, e que não podem garantir a segurança do consumidor. O futuro dos testes de segurança está nos métodos modernos baseados em biologia humana”, disse em carta aberta para a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC).

Mas como essa conversa começou? A polêmica dos beagles

Na sexta-feira, 18,, um grupo de ativistas invadiu o Instituto Royal e resgatou cães da raça beagle que eram usados em testes laboratoriais de produtos cosméticos e farmacêuticos. A empresa, no entanto, disse em nota que “realiza todos os testes com animais dentro das normas e exigências da Anvisa”.

Os beagles são os cobaias preferidos nos laboratórios por serem animais dóceis. Só nos Estados Unidos estima-se que cerca de 70 mil beagles sejam utilizados em testes.

Fonte: http://br.mulher.yahoo.com/apesar-da-falta-legisla-o-empresas-j-n-202000480.html?page=all

COMO AJUDAR UM CÃO QUE LEVOU UM CHOQUE ELÉTRICO


Cães adultos raramente são vítimas de choques elétricos. No entanto, filhotes são naturalmente curiosos e roem praticamente tudo, inclusive fios elétricos. Se o isolamento estiver perfurado e a boca entrar em contato com os dois fios de arame, o cachorro vai levar um choque e pode não conseguir soltar o fio.
A eletrocução pode causar lesões cardíacas graves e acúmulo de líquido nos pulmões. Choques muito fortes podem parar o coração e a ressuscitação cardiopulmonar deverá ser feita imediatamente para fazer o coração voltar a bater. Além disso, a boca do cachorro provavelmente vai estar queimada por causa do contato com os fios desencapados. Verifique sinais de choque, que incluem gengivas pálidas ou brancas, batimento cardíaco acelerado e respiração rápida.
Para cuidar adequadamente de um cachorro que levou um choque elétrico, use as seguintes dicas:

Cão que levou choque elétrico

Se o cachorro ainda está com o fio elétrico na boca NÃO o toque. Antes retire o plugue da tomada.
Se o cão estiver inconsciente, verifique a respiração.
Se o cão não estiver respirando, sinta seu batimento cardíaco colocando seus dedos 5 cm atrás do cotovelo no meio do peito.
Se o coração estiver batendo, respiração artificial.
Deite o cachorro de lado e estique sua cabeça e pescoço.

Ressuscitação pós choque

Mantenha a boca e lábios fechados e assopre com força pelas narinas. Faça uma respiração a cada 3 a 5 s. Respire fundo e repita até sentir resistência ou ver o peito subir.

Após 10 s pare. Observe o peito para ver se está se movendo, o que indica que o cachorro está respirando sozinho.

Se o cachorro não estiver respirando, continue a respiração artificial. Se o coração não estiver batendo faça uma ressuscitação cardiopulmonar.

Fonte: http://planetadosfilhotes.com.br/informacoes/primeiros-socorros