Aí eu me afogo num copo de cerveja


Pesquisa mostra que machos de moscas-das-frutas privados de sexo buscam prazer na bebida alcoólica. O comportamento pode ajudar a esclarecer mecanismos envolvidos na geração de sensações agradáveis em humanos.

Por: Mariana Rocha
Pu blica do em 1 5 /0 3 /2 0 1 2 | A t u a liza do em 1 5 /0 3 /2 0 1 2

A cena é clássica: rejeitado por sua amada, o homem afoga as mágoas na bebida. Embora seja típica das novelas, essa história se passa em um
laboratório em Maryland, nos Estados Unidos, onde machos da espécie Drosophila melanogaster – mais conhecida como mosca-da-fruta –
buscaram prazer no álcool após serem desprezados quando tentavam copular com as fêmeas.

Durante a pesquisa, foram observados dois grupos de moscas. No primeiro, os machos eram colocados junto a fêmeas virgens e, após cortejá-las, a
cópula acontecia sem problemas. Já o segundo grupo era formado por machos expostos a fêmeas que já haviam copulado e rejeitavam nova
atividade sexual, fugindo e chutando os possíveis parceiros.

Logo após a atividade sexual, frustrada ou não, os dois grupos tinham a possibilidade de ingerir líquidos com e sem etanol. Enquanto o primeiro
grupo consumiu a mesma quantidade das duas bebidas, o segundo exibiu uma preferência significativa pelo líquido com etanol. O objetivo dos
cientistas era entender os mecanismos químicos envolvidos na busca pelo álcool.

Veja abaixo o vídeo que mostra o comportamento das moscas durante a experiência

Álcool e drosophila

O estudo, publicado esta semana na revista Science por pesquisadores da Universidade da Califórnia e do Instituto Médico Howard Hughes, nos

Estados Unidos, descreve o álcool como um substituto do sexo na tentativa de obter prazer. Assim como em humanos, o prazer sentido pelas
moscas é atingido através da ativação do sistema de recompensa, formado por neurônios capazes de liberar substâncias que geram sensações
agradáveis.

Para chegar a essa conclusão, os cientistas analisaram os níveis de neuropeptídeo F (NPF), substância responsável por estimular o sistema de
recompensa das moscas. Logo após a tentativa frustrada de copular, os machos exibiam níveis muito baixos de NPF, que aumentavam após o
consumo de bebida alcoólica. “Tanto o etanol quanto a exposição a fêmeas que permitiam a cópula aumentaram os níveis de NPF, mostrando que
essa substância é fundamental nos mecanismos que geram prazer”, explica Galit Shohat Ophir, biólogo que faz parte da pesquisa.

Rejeição x privação sexual

Os pesquisadores procuraram então entender se a experiência emocional de rejeição sofrida pelas moscas é o principal fator responsável pela
dependência do álcool. A resposta poderia ajudar na compreensão de mecanismos bioquímicos envolvidos em distúrbios humanos como depressão
e estresse pós-traumático, que também são influenciados pela interação social e estão associados a níveis abaixo do normal do neuropeptídeo Y
(NPY ), um análogo do NPF.

O novo experimento envolveu a união de machos virgens – teoricamente, ansiosos pela cópula – com fêmeas decapitadas, que, apesar de não

rejeitarem os machos, também não participariam da atividade sexual. Quando expostos ao líquido com etanol, esses machos apresentavam o
mesmo nível de dependência que o grupo rejeitado, mostrando que o principal agravante na busca pela bebida é a privação sexual em si e não a
sensação de rejeição.

A descoberta pode ajudar na busca por tratamentos para os distúrbios humanos. Segundo Galit, o NPY está envolvido em muitos processos
bioquímicos e pode ser difícil descobrir medicamentos que regulem seus níveis. “Entender como funcionam os mecanismos envolvidos na
produção do NPF das moscas pode esclarecer dúvidas sobre a formação dos neuropeptídeos humanos”, completa o pesquisador.

Mariana Rocha
Ciência Hoje On-line

Fonte: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2012/03/ai-eu-me-afogo-num-copo-de-cerveja

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Cientistas explicam como morcegos conseguem pousar de ponta-cabeça


Animais desafiam a gravidade se agarrando ao teto de cavernas.

Pesquisa foi conduzida com câmera de alta velocidade.

Henry Fountain

Do ‘New York Times’

Morcegos e seu pouso de cabeça para baixo

Cravar a aterrissagem pode ser duro para ginastas, mas ao menos eles terminam com o lado certo para cima e têm a gravidade do seu lado. Imagine o que os morcegos têm de fazer: como se empoleiram pendurados pelos tornozelos, eles precisam aterrissar de ponta-cabeça contra um teto de caverna ou folhagem. E na aproximação eles voam para cima, contra a gravidade.

Daniel K. Riskin, da Universidade Brown, e colegas agora mostraram como os morcegos fazem isso. Eles fazem um flip e, em alguns casos, um twist, e então uma aterrissagem de dois ou quatro pontos.

Riskin, que estuda a biomecânica da locomoção dos morcegos no laboratório de Sharon M. Swartz, se interessou pelo problema do pouso graças a seu conhecimento sobre os membros traseiros do morcego, que são finos e leves.

“Se os membros traseiros são muito frágeis, é necessário pousar com segurança”, disse ele.

Usando uma câmera de vídeo de alta velocidade e uma placa de contato para mensurar as forças, ele estudou os pousos de três espécies de morcegos, duas que dormem em cavernas e uma que dorme em árvores. As descobertas foram publicadas na publicação especializada “The Journal of Experimental Biology”.

O morcego de árvores pousou com força em todos os quatro membros. A média do pico de força foi quase quatro vezes o peso do corpo, mas pousar nos quatro membros reduzia a pressão em cada um deles. O morcego de caverna, por outro lado, pousava mais suavemente, inclinando-se para um lado durante a volta para terminar somente sobre seus membros traseiros.

Riskin disse que precisava estudar outras espécies de morcegos para ter certeza, mas ele suspeitava que a severidade do pouso era uma função do local de descanso. Morcegos que se empoleiram em tetos de cavernas precisam pousar mais suavidade para evitar ferimentos. Mas como a folhagem é mais branda, um pouso forte não vai machucar, e pode até dar ao morcego tempo para se assegurar de um bom apoio.

 

Fonte: http://g1.globo. com/Noticias/ Ciencia/0, ,MUL1058717- 5603,00-CIENTIST AS+EXPLICAM+ COMO+MORCEGOS+ CONSEGUEM+ POUSAR+DE+ PONTACABECA. html

Espécie de morcego também pratica sexo oral


http://www.plosone. org/article/ info:doi/ 10.1371/journal. pone.0007595
Acima link de artigo sobre comportamento de uma espécie de morcego…. muito interessante: eles também fazem sexo oral, situação rara vista em animais não humanos…. bem legal e tem vídeo!
Aproveitem!

 

Comida de festa para crianças


Coxinha, empadinha, bolinha de queijo, pastel, cachorro quente, brigadeiro, bolo de chocolate, beijinho…huuuum!

Comida de festa de criança é uma maravilha, né? Não dá pra resistir! Mas é quando seu filho é pequeninho? Será que é bom que ele tome um copo de refrigerante e coma uma fritura?

 

Depende. E depende de você e do que você acredita. No meu caso, a pediatra sempre disse: “os pais querem dar aos filhos coisas que eles, pais,  gostam, querendo dar prazer as crianças. Mas, se a criança ainda não gosta de chocolate, por exemplo, porque incentivar? Quem que não come doce até os 12 meses de idade tem menos chance de ser obesa, de ter diabetes, entre outros problemas”.

Segui o que a pediatra me falou até a Nina completar um ano. Confesso que não foi fácil convencer os avós, os tios, a babá. Todos questionavam porque ela não podia tomar um sorvete, comer um docinho… Mas fui forte e, até um aninho, ela não colocou nada com açúcar na boca, nem fritura nem refrigerante.

Hoje ela come de tudo, até porque está na escola e vai a várias festinhas. Não quero que minha filha seja diferente de ninguém. Mas o que eu posso passar de experiência é que hoje ela gosta muito mais de tomate do que de brigadeiro. Troca uma coxinha por um brócolis. Adora maçã, banana, melancia. Come um cachorro quente de vez em quando feliz da vida, adora um bolo de chocolate, mas não é fanática por doce ou porcaria (como eu, por exemplo!).

Refrigerante ela ainda não experimentou, até porque não temos hábito de tomar refrigerante em casa. Só suco e água. Sei de mães que nunca privaram os filhos de nada disso e criaram crianças saudáveis. Sei de mães cujos filhos tem três anos e que vão para  a festa depois de comer em casa, pra não terem vontade de experimentar nada. São decisões particulares.

Aliás, a maneira como cada um cria seu filho é única e ninguém tem a receita certa. Vivemos de acertos e erros. Mas o importante é que todos eles aconteçam motivados por um único sentimento: amor!

Tentamos sempre fazer o melhor pros nossos filhos. Só de pensar e agir querendo fazer o bem já estamos acertando!

 

Por Patrícia Maldonado

Fonte: http://br.mulher.yahoo.com/blogs/mae-salto-alto/comida-festa-225521791.html

Cuide-se!


Dizem que as crianças são muito sensíveis e que o meio em que elas vivem refletem drasticamente na saúde delas. Devemos observar muito como mantemos o clima de nossas casas..para que não tenhamos que ver nossas crianças sofrendo por causa de nossas aflições emocionais….Vamos apenas refletir um pouco, não custa nada mudarmos para a melhoria de nossos filhos..com certeza eles merecem…
Bjs…Izis
Muito interessante, vale a pena ler todo…

Segundo a psicóloga americana Louise l. Hay, todas as doenças que temos são criadas por nós. Afirma ela, que somos 100% responsáveis por tudo de ruim que acontece no nosso organismo. Todas as doenças tem origem num estado de não-perdão, diz a psicóloga americana Louise L. Hay.
Sempre que estamos doentes, necessitamos descobrir a quem precisamos perdoar. Quando estamos empacados num certo ponto, significa que precisamos perdoar mais.
Pesar, tristeza, raiva e vingança são sentimentos que vieram de um espaço onde não houve perdão. Perdoar dissolve o ressentimento.
A seguir, você vai conhecer uma relação de algumas doenças e suas prováveis causas, elaboradas pela psicóloga Louise. Reflita, vale a pena tentar evitá-las:

DOENÇAS / CAUSAS:

AMIDALITE: Emoções reprimidas, criatividade sufocada.
ANOREXIA: Ódio ao externo de si mesmo.
APENDICITE: Medo da vida. Bloqueio do fluxo do que é bom.
ARTERIOSCLEROSE: Resistência. Recusa em ver o bem.
ARTRITE: Crítica conservada por longo tempo.
ASMA: Sentimento contido, choro reprimido.
BRONQUITE: Ambiente familiar inflamado. Gritos, discussões.
CÂNCER: Mágoa profunda, tristezas mantidas por muito tempo.
COLESTEROL: Medo de aceitar a alegria.
DERRAME: Resistência. Rejeição à vida.
DIABETES: Tristeza profunda.
DIARRÉIA: Medo, rejeição fuga.
DOR DE CABEÇA: Autocrítica, falta de autovalorização.
DOR NOS JOELHOS: medo de recomeçar, medo de seguir em frente
ENXAQUECA: Raiva reprimida. Pessoa perfeccionista.
FIBROMAS: Alimentar mágoas causadas pelo parceiro (a).
FRIGIDEZ: Medo. Negação do prazer.
GASTRITE: Incerteza profunda. Sensação de condenação.
HEMORRÓIDAS: Medo de prazos determinados. Raiva do passado.
HEPATITE: Raiva, ódio. Resistência a mudanças.
INSÔNIA: Medo, culpa.
LABIRINTITE: Medo de não estar no controle.
MENINGITE: Tumulto interior. Falta de apoio.
NÓDULOS: Ressentimento, frustração. Ego ferido.
PELE (ACNE): Individualidade ameaçada. Não aceitar a si mesmo.
PNEUMONIA: Desespero. Cansaço da vida.
PRESSÃO ALTA: Problema emocional duradouro não resolvido.
PRESSÃO BAIXA: Falta de amor quando criança. Derrotismo.
PRISÃO DE VENTRE: Preso ao passado. Medo de não ter dinheiro suficiente.
PULMÕES: Medo de absorver a vida.
QUISTOS: Alimentar mágoa. Falsa evolução.
RESFRIADOS: Confusão mental, desordem, mágoas.
REUMATISMO: Sentir-se vitima. Falta de amor. Amargura.
RINITE ALÉRGICA: Congestão emocional. Culpa crença em perseguição.
RINS: medo da crítica, do fracasso, desapontamento.
SINUSITE: Irritação com pessoa próxima.
TIRÓIDE: Humilhação.
TUMORES: Alimentar mágoas. Acumular remorsos.
ÚLCERAS: Medo. Crença de não ser bom o bastante.
VARIZES: Desencorajamento. Sentir-se sobrecarregado.
Curioso não?

Por isso vamos tomar cuidado com os nossos sentimentos… principalmente
daqueles que escondemos de nós.
Quem esconde os sentimentos, retarda o crescimento da Alma”.

Construção da felicidade


Não há no mundo quem não deseje uma vida de felicidades. Sonhamos e desejamos que nossos dias sejam de alegrias intensas e plenas.

Anelamos que o sorriso nos venha fácil, que os dias nos sejam leves e que seja de venturas o nosso caminhar.

É natural que assim seja. Somos seres fadados à felicidade e esse é o sentimento que encontra na alma os mais profundos significados.

Porém, na ânsia da felicidade, imaginamos que temos que buscá-la em algum ponto, que a encontraremos em algum momento, que a atingiremos em um dia determinado.

Lembramos o soneto do poeta Vicente de Carvalho que afirma que a felicidade é uma árvore de dourados pomos, porém que não a alcançamos, porque sempre está onde a pomos e nunca a pomos onde nós estamos.

Ao imaginar a felicidade como uma meta a alcançar nos esquecemos que, na verdade, a felicidade é caminho a se traçar, é trilha a se percorrer, é história a se construir.

Quando imaginamos que a felicidade chegará um dia, perdemo-nos nos dias e não enxergamos a felicidade que nos chega.

Ou não será felicidade poder deparar-se com um pôr-de-sol tingindo de vermelho um céu que há pouco era de um azul profundo? Há tantos que desejariam ver um pôr-de-sol…

Quanta felicidade pode haver em escutar as primeiras palavras de um filho, uma declaração de amor de quem queremos bem, ou ainda, o assovio do vento chacoalhando suave as folhas da árvore? Há tantos que nada escutam, nem ouvem ou percebem…

Como somos felizes por poder pensar, criar, sonhar e, num piscar de olhos, viajar no mundo e no espaço, conduzidos pela imaginação, guiados pela mente! São tantos que permanecem carcereiros de si mesmos em suas distonias mentais, nos desequilíbrios emocionais…

Preocupamo-nos tanto em buscar a felicidade, que nos esquecemos que já temos motivos de sobra para sermos felizes.

E, efetivamente, não nos damos conta que a felicidade não está em chegar, mas que ela mora no próprio caminhar.

Ser feliz é ter o olhar de gratidão perante a vida, de entendimento do seu propósito, da percepção de que ela se mostra sempre generosa a cada um de nós.

Ser feliz não é negar que na vida também haverá embates, lutas e desafios cotidianos. Afinal, esses são componentes de nosso viver e, naturalmente, podem trazer dificuldades e dissabores.

Porém, ser feliz é também perceber que os embates produzem amadurecimento, que as lutas nos fazem mais fortes e nos oferecem aprendizado.

Assim, de forma alguma vale a pena ficarmos esperando o dia em que nossa felicidade se completará.

Ser feliz é compromisso para hoje, que se inicia pelo olhar para as coisas do mundo, passa pelo coração em forma de reconhecimento pelos presentes que nos chegam, completa-se em gratidão, oferecendo à vida o que ela nos dá em abundância.

 

Redação do Momento Espírita.
Em 25.11.2011.
http://www.momento.com.br/

Você é o que deseja ser


João era um importante empresário. Morava em um apartamento de cobertura, na zona nobre da cidade.

Ao sair pela manhã, deu um longo beijo em sua amada, fez sua oração matinal de agradecimento a Deus pela sua vida, seu trabalho e suas realizações.

Tomou café com a esposa e os filhos e os deixou no colégio. Dirigiu-se a uma das suas empresas.

Cumprimentou todos os funcionários com um sorriso. Ele tinha inúmeros contratos para assinar, decisões a tomar, reuniões com vários departamentos, contatos com fornecedores e clientes.

Por isso, a primeira coisa que falou para sua secretária, foi: Calma, vamos fazer uma coisa de cada vez, sem stress.

Ao chegar a hora do almoço, foi curtir a família. À tarde, soube que o faturamento do mês superara os objetivos e mandou anunciar a todos os funcionários uma gratificação salarial, no mês seguinte.

Conseguiu resolver tudo, apesar da agenda cheia. Graças a sua calma, seu otimismo.

Como era sexta-feira, João foi ao supermercado, voltou para casa, saiu com a família para jantar.

Depois, foi dar uma palestra para estudantes, sobre motivação.

Enquanto isso, Mário, em um bairro pobre de outra capital, como fazia todas as sextas-feiras, foi ao bar jogar e beber.

Estava desempregado e, naquele dia, recusara uma vaga como auxiliar de mecânico, por não gostar do tipo de trabalho.

Mário não tinha filhos, nem esposa. A terceira companheira partira, cansada de ser espancada e viver com um inútil.

Ele morava de favor, num quarto muito sujo, em um porão. Naquele dia, bebeu, criou confusão, foi expulso do bar e o mecânico que lhe havia oferecido a vaga em sua oficina, o encontrou estirado na calçada.

Levou-o para casa e depois de passado o efeito da bebedeira, lhe perguntou por que ele era assim: Sou um desgraçado, falou. Meu pai era assim. Bebia, batia em minha mãe.

Eu tinha um irmão gêmeo que, como eu, saiu de casa depois que nossa mãe morreu. Ele se chamava João. Nunca mais o vi. Deve estar vivendo desta mesma forma.

Na outra capital, João terminou a palestra e foi entrevistado por um dos alunos: Por favor, diga-nos, o que fez com que o senhor se tornasse um grande empresário e um grande ser humano?

Emocionado, João respondeu: Devo tudo à minha família. Meu pai foi um péssimo exemplo. Ele bebia, batia em minha mãe, não parava em emprego algum.

Quando minha mãe morreu, saí de casa, decidido que não seria aquela vida que queria para mim e minha futura família. Tinha um irmão gêmeo, Mário, que também saiu de casa no mesmo dia. Nunca mais o vi. Deve estar vivendo desta mesma forma.

*    *    *

O que aconteceu com você até agora não é o que vai definir o seu futuro e, sim, a maneira como você vai reagir a tudo que lhe aconteceu.

Não lamente o seu passado. Construa você mesmo o seu presente e o seu futuro.

Aprenda com seus erros e com os erros dos outros.

O que aconteceu é o que menos importa. Já passou.

O que realmente importa é o que você vai fazer com o que vai acontecer.

E esta é uma decisão somente sua. Você decide o seu dia de amanhã. De tristeza ou de felicidade. De coisas positivas ou de amargura, sem esperança.

Pense nisso! Mas pense agora!

Autoria desconhecida

 

Em contínua construção…

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