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Entenda por que o trabalho dos morcegos pode ‘valer’ US$ 1 bilhão


Thinkstock: Morcegos estão ameaçados por perda de habitat e propagação de doenças
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Quanto vale o serviço que os morcegos prestam ao meio ambiente?

Segundo um estudo publicado recentemente na revista científica Proceedings of the National Academy of Science, esses mamíferos trazem benefícios ao mundo que podem ser quantificados em cerca de US$ 1 bilhão (R$ 3,6 bilhões na cotação atual).

Isso porque os morcegos que comem insetos ajudam a manter sob controle pragas que destroem plantações de milho.

Os pesquisadores chegaram a essa conclusão por meio de uma série de experimentos para avaliar a importância econômica e ecológica desse mamífero noturno para os agricultores.

“Os resultados desse estudo atestam o valor dos ecossistemas”, diz Josiah Maine, coautor do estudo da Universidade Southern Illinois, nos Estados Unidos.

Mas a situação é desfavorável para os morcegos, que estão ameaçados pela perda de seu habitat e por doenças.

Na América do Norte, por exemplo, muitas populações estão sendo afetadas pela chamada síndrome do nariz branco, provocada por um fungo. Desde 2007, essa doença matou milhões de morcegos e continua a se propagar.

O Centro Nacional de Saúde para Vida Silvestre dos EUA estima que, no nordeste do país, a população de morcegos tenha se reduzido em cerca de 80% desde que os primeiros casos fatais foram reportados.

“Ainda não são conhecidas as reais consequências ecológicas da atual redução em grande escala das populações de morcegos que hibernam. Mas os agricultores sentem o impacto”, diz o centro.

Mais morcegos, menos pesticidas

Maine afirmou que seu objetivo era descobrir o quão eficazes eram os morcegos em prover controle de pragas em cultivos de milho.

A equipe construiu um série de cercados (áreas de experiências controladas a céu aberto), de 20m por 20m e com 7 metros de altura, com redes suspensas por cabos.

“As redes permitiam que os insetos se movessem livremente, mas impediam morcegos de buscar alimento nessas áreas”, explica o pesquisador.

Thinkstock: Estimativa considera apenas ação de morcegos em plantações de milho

© Copyright British Broadcasting Corporation 2015. Estimativa considera apenas ação de morcegos em plantações de milho

“Como só queríamos excluir os morcegos, construímos o local de forma que as redes pudessem ser abertas durante o dia para deixar pássaros entrarem.”

Com os dados coletados em campo e com outros estudos anteriores, os pesquisadores puderam extrapolar os resultados a uma escala global e estimar o valor monetário dos serviços prestados pelos morcegos no controle de insetos em plantações de milho.

“Estimamos que a supressão de herbívoros graças a estes morcegos que comem insetos tem um valor global superior a US$ 1 bilhão, levando em conta apenas esse cultivo”, dizem os autores.

E essa cifra, disse Maine à BBC, não leva em consideração “a redução no uso de pesticidas nas plantações, já que os morcegos podem dar a agricultura um serviço valioso adicional ao reduzir as populações de insetos abaixo do limiar em que pesticidas seriam necessários.”

Amigos dos agricultores

Segundo o Grupo Especializado em Morcegos (BSG, na sigla em inglês) da União Internacional para a Conservação da Natureza, as espécies de morcegos equivalem a um quinto de todos os mamíferos terrestres.

Além de serem importantes predadores de insetos, são também cruciais para dispersar sementes e polinizar diversas plantas.

“Estão entre as criaturas mais ameaçadas do mundo, principalmente porque grande parte de seu habitat foi eliminado pelo desenvolvimento humano ou porque são muito perseguidos”, aponta o BSG.

“Seu desaparecimento tem consequências graves para os ecossistemas que habitam.”

Um estudo publicado na revista Science em 2011 adverte que a redução de espécies na América do Norte poderia gerar perdas no setor da agricultura de cerca de US$ 3,7 bilhões por ano.

Os autores advertem sobre a necessidade urgente de educar o público e legisladores sobre a importância ecológica e econômica desses mamíferos.

“Os morcegos são demonizados na mídia e o público tem medo deles. Se pudermos demonstrar o valor e o impacto positivo dos morcegos, isso será bom para a espécie e para a sociedade”, enfatiza Maine.

“A conservação é necessária não apenas do ponto de vista ético, mas também econômico.”

*Matéria sugerida pelo meu irmão Epitácio Donato!

Fonte: http://www.msn.com/pt-br/noticias/curiosidades/entenda-por-que-o-trabalho-dos-morcegos-pode-%E2%80%98valer%E2%80%99-usdollar-1-bilh%C3%A3o/ar-AAennU2?li=AAaB4xI&ocid=mailsignoutmd

Mais de 1.200 novas espécies são descobertas em Moçambique


Um retrato de uma Perereca (Leptopeles flavomaculatus), uma das 33 espécies de sapos gravadas no Planalto de Cheringoma (Piotr Naskrecki)

Sapo árvore (Leptopeles flavomaculatus), uma das 33 espécies de sapos descobertas

Uma equipe de 15 cientistas viajou para um lugar remoto e inexplorado do globo e encontrou exatamente o que esperava: muitas espécies novas e interessantes.

Liderados por Piotr Naskrecki, os pesquisadores passaram três semanas no Planalto de Cheringoma do Parque Nacional da Gorongosa, no Moçambique. A missão dos cientistas era coletar e registrar informações sobre as espécies da região para ajudar os gestores do parque a entender e proteger a biodiversidade de Gorongosa.

A expedição pelas falésias, cavernas profundas, mata ciliar exuberante dos rios e desfiladeiros da região resultou na descoberta de mais de 1.200 espécies (até agora), incluindo 182 aves, 54 mamíferos, 47 répteis, 33 sapos, mais de 100 espécies de formigas e 320 espécies de plantas.

Algumas das espécies notáveis descobertas pelos cientistas foram o “morcego Chewbacca”, nomeado em homenagem ao personagem de Star Wars, um sapo estranho que mora em cavernas que é possivelmente novo para a ciência, uma formiga incapaz de andar em superfícies planas, um besouro bombardeiro que se defende produzindo pequenas explosões em seu abdômen, e vários gafanhotos.

Cientista Jennifer Guyton morcegos liberando pego durante a pesquisa depois de ter tomado as suas medidas corporais.  (Piotr Naskrecki)

Cientista Jennifer Guyton morcegos liberando apanhado durante a pesquisa depois de ter tomado as suas medidas corporais.(Piotr Naskrecki)

No total, a equipe gravou mais de 1.200 espécies (e contando), incluindo 182 espécies de aves, 54 de mamíferos , 47 espécies de répteis , 33 espécies de rã espécies, mais de 100 antspecies, e 320 espécies de plantas. Alguns dos notáveis ​​encontra na pesquisa foram o “Chewbacca Bat”, em homenagem ao personagem de Star Wars, um estranho, sapo caverna-moradia que é possivelmente novas para a ciência, uma formiga que é incapaz de andar em superfícies planas, um besouro bombardeiro que se defende produzindo pequenas explosões de seu abdômen, e vários gafanhotos que são novas para a ciência.

Um retrato do "Chewbacca bat" (Triaenops persicus) registrou durante o levantamento do Planalto de Cheringoma.  (Piotr Naskrecki)

Um retrato do “morcego Chewbacca” (Triaenops persicus) registrou durante o levantamento do Planalto de Cheringoma. (Piotr Naskrecki)

 

Tumbling formiga (Melissotarsus emeryi) é só formiga do mundo, incapaz de andar em superfícies planas.  Esta espécie passa a viver dentro de passagem estreita no fundo da madeira de árvores e só pode mover-se, empurrando suas pernas curtas abaixo e acima do corpo ao mesmo tempo.  (Piotr Naskrecki)

Formiga (Melissotarsus emeryi) é só a única formiga do mundo, incapaz de andar em superfícies planas. Esta espécie passa a viver dentro de passagem estreita no fundo da madeira de árvores e só pode mover-se, empurrando suas pernas curtas abaixo e acima do corpo ao mesmo tempo. (Piotr Naskrecki)

 

Bombardier beetle (Cerapterus dilacera) produz pequenas explosões sonoras, expulsando produtos químicos voláteis, altamente reativas de seu abdômen (Piotr Naskrecki)

Besouro bombardeiro (Cerapterus dilacera) produz pequenas explosões sonoras, expulsando produtos químicos voláteis, altamente reativas de seu abdômen (Piotr Naskrecki)

Os cientistas usaram uma variedade de métodos na pesquisa, incluindo armadilhas, redes de neblina, armadilhas de feromônio, câmeras remotas e detectores de ultra-som. Eles exploraram território desconhecido em Gorongosa, descendo em cavernas de calcário em desfiladeiros profundos, e subindo as copas altas das árvores, utilizando árvore avançadas técnicas de escalada e rapel.

Nhagutua, um desfiladeiro de calcário inexplorada no norte do planalto de Cheringoma (Piotr Naskrecki)

Nhagutua, um desfiladeiro de calcário inexplorada no norte do planalto de Cheringoma (Piotr Naskrecki)

Este foi o primeiro levantamento da biodiversidade global na história deste sqkm área protegida 4000, e seus resultados vão ajudar a orientar o esforço de restauração para reverter a perda de biodiversidade sofridas pelo parque durante os conflitos armados que assolaram Moçambique a partir de 1975 até 1992. Ao entender o que espécies existem na Gorongosa, a gestão do parque pode tomar melhores decisões sobre como proteger a biodiversidade do parque e as suas espécies raras e ameaçadas.

Laboratório de Biodiversidade Wilson , em homenagem de EO Wilson apoio, é um laboratório de ciência moderna programado para abrir em Gorongosa em breve. Espécimes coletados durante a pesquisa vai formar a base de uma coleção de investigação biológica que será abrigado no laboratório. E informações coletadas por cientistas da pesquisa contribuirão para banco de dados da biodiversidade do parque, uma ferramenta que ajuda a gerenciar e proteger seus recursos naturais.

Sylvan gafanhoto (Acauloplax exigua), uma espécie encontrada pela primeira vez em mais de 100 anos desde que foi originalmente descrita (Piotr Naskrecki)

Gafanhoto (Acauloplax exigua), uma espécie encontrada pela primeira vez em mais de 100 anos desde que foi originalmente descrita (Piotr Naskrecki)

Flap de pescoço camaleão (Chamaeleo dilepis) do Planalto de Cheringoma (Piotr Naskrecki)

Camaleão (Chamaeleo dilepis) do Planalto de Cheringoma (Piotr Naskrecki)

 

Um retrato de um delgado louva-deus (Idolomorpha dentifrons) do Planalto de Cheringoma.  (Piotr Naskrecki)

Um retrato de um delgado louva-deus (Idolomorpha dentifrons) do Planalto de Cheringoma.

Fonte: http://newswatch.nationalgeographic.com/2013/06/05/uncharted-territory-scientists-discover-new-and-incredible-species/

 

Morcego-panda é descoberto no Sudão


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Pesquisadores descobriram um morcego que se parece estranhamente com um urso panda no Sudão do Sul. O animal é tão raro que os cientistas acreditam que é um gênero totalmente novo.

“Minha atenção foi imediatamente atraída para o morcego, que tem um padrão de beleza impressionante e distinto de manchas e listras”, disse DeeAnn Reeder, professora de biologia da Universidade Bucknell (EUA), que fez a descoberta.

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Reeder avistou o animal na reserva Bangangai Game Reserve. Depois de voltar para os Estados Unidos, Reeder determinou que o morcego era igual ao que foi capturado originalmente na República Democrática do Congo em 1939 e nomeado Glauconycteris superba. No entanto, ela e seus colegas não acreditavam que ele se encaixava com outros morcegos do gênero Glauconycteris.

“Depois de uma análise cuidadosa, ficou claro que ele não pertencia ao grupo”, afirmou Reeder. “Suas características cranianas, suas asas, seu tamanho, os ouvidos – literalmente tudo nele é tão diferente que foi preciso criar um novo gênero”.

O novo nome que os pesquisadores deram ao morcego foi Niumbaha, palavra que significa “raro” ou “incomum” em zande, a língua do povo Azande, da região onde o morcego foi capturado.

O animal é apenas o quinto exemplar de seu tipo já recolhido, e o primeiro no Sudão do Sul, país que ganhou sua independência em 2011.

“Nossa descoberta deste novo gênero de morcego é um indicador de como a área é diversificada. A compreensão da biodiversidade e conservação é crítica de muitas maneiras. Estou convencida de que região área é uma em que temos que continuar a trabalhar”, concluiu a pesquisadora.[DailyMail]

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Fonte: http://hypescience.com/morcego-panda-e-descoberto-no-sudao/

Vídeo: câmera lenta mostra que morcegos também podem ser graciosos


A maioria das espécies de morcego se alimenta de néctar, e a tarefa não é das mais simples: é difícil se manter estável pairando sobre flores, e por isso o morcego precisa beber a maior quantidade que conseguir no menor tempo possível.

O vídeo mostrando um morcego se alimentando de néctar pode ser visto aqui: http://vimeo.com/6531852

Como é possível ver no vídeo acima, produzido por pesquisadores da Universidade Brown (EUA), os morcegos contam com uma língua longa e cheia de “pelos” na ponta, que se enchem de sangue e aumentam sua superfície de contato, absorvendo mais néctar.

Fonte: http://hypescience.com/video-camera-lenta-mostra-que-morcegos-tambem-podem-ser-graciosos/

Bem..eu já achava isso! Super fofinhos! hehehe

Abraços,

Christiane Donato

Os morcegos mais fofos do mundo


Ownnnnnnnn! É tanta fofura junta! Se são os mais fofos, depende do gosto de quem ver, mas um deles, muito provavelmente! Aproveitem as imagens legais! Abraço, Christiane Donato

Ectophylla alba morcego branco

Você leu corretamente: assim como há aranhas fofíssimas há morcegos que são muito fofos também. Este minúsculos morcegos brancos das Honduras estão entre os animais mais adoráveis do planeta.

Também conhecido pelo nome científico Ectophylla alba, os pequenos morceguinhos tem apenas 3,7 a 4,7 cm de comprimento e podem ser encontrados na América Central e no Caribe.

Os Morcegos Brancos cortam os veios de uma folha de bananeira fazendo com que ela se dobre formando uma habitação protetora.

Os pequenos morcegos vivem em colônias de seis membros, em média, constituído de um macho e um harém de fêmeas.

A cabana natural protege os morcegos brancos da chuva e predadores. Eles alçam vôo apenas quando suas casas não são mais seguras.

Ectophylla alba morcego branco

Ectophylla alba morcego branco

Ectophylla alba morcego branco

Ectophylla alba morcego branco

Ectophylla alba morcego branco

Ectophylla alba morcego branco

Fonte: http://hypescience.com/fotos-morcego-branco-ectophylla-alba/

Os 10 morcegos mais bizarros


O título não é tão realista assim, mas é legal postar a variedade…nem tudo que é bizarro é feio. Mas algo é? E o que é bonito? A beleza é muuuuito relativa! (Christiane Donato)

Abaixo segue uma lista dos morcegos mais bizarros do mundo animal.

1 – MORCEGO BANANA

Uma espécie exclusiva do oeste do México. Ele tem o focinho longo, o mais longo de todos. Este morcego se alimenta principalmente de néctar e é um importante polinizador do seu habitat tropical. Ele recebeu este nome porque é encontrado, muitas vezes, em plantações de banana.

2 – MORCEGO FANTASMA

Esta espécie também é encontrada no México e em outros países da América Latina, como o Brasil, além do Caribe. Ele é branco, peludo e solitário. Durante o dia costuma ficar escondido em baixo de folhas de palmeira e sai voando de noite, caçando vespas e outros insetos voadores.

3 – MORCEGO CHAPIN

Tem um moicano radical em sua cabeça. Fora o penteado, ele é conhecido pelo cheiro estranho que exala para conquistar suas fêmeas. Eles são insetívoros e vivem nas florestas da África central.

4 – MORCEGO DA CARA ENRUGADA

Mas que careta! Este morcego se alimenta de frutas e vive no México e na América Central. Ele é conhecido como “murcielago viejito” (morcego velhinho) ou murcielago zopilote (morcego abutre), por causa da sua cara enrugada. Eles usam este excesso de pele para esconder a cara enquanto dormem.

5 – MORCEGO ORELHUDO

Estes morcegos se alimentam de insetos voadores e, como outros, usam o eco para caçar. Suas orelhas enormes possibilitam melhor audição em comparação aos outros morcegos. Eles são encontrados em muitas partes do mundo.

6 – MORCEGO PESCADOR

Este grande morcego vive no México (mais um) e nas Américas Central e do Sul. Eles se alimentam principalmente de peixe. Ele usa sua longa garra dos pés para pescar na superfície da água. Ele tem um parente menor, o Morcego Pescador Lesser, que se alimenta de insetos aquáticos.

7 – MORCEGO CARA DE FANTASMA

Ele está presente desde os EUA até o Peru. Sua face praticamente não tem nariz, sua pele tem uma textura estranha, além de uma testa proeminente. Apesar da sua aparência amedrontadora, ele só se alimenta de insetos de hábitos noturnos.

8 – MORCEGO DO PÉ GRUDENTO

Este morcego, regional do Madagascar, consegue pregar suas patas e calcanhares em superfícies lisas, como se tivesse ventosas. Na verdade, ele produz uma substância grudenta que age como uma cola. Esta líquido é parecido com o dos sapos e das salamandras.

9 – MORCEGO DO NARIZ DE TUBO

Esta espécie está em perigo de extinção. Ele foi descoberto em 1984, nas Filipinas, e é conhecido por suas narinas tubulares e as listras em suas costas. Eles se alimentam de figos e outras frutas, mas podem comer insetos em algumas ocasiões.

10 – MORCEGO CABEÇA DE MARTELO

Ele é encontrado em florestas da África e recebe este nome por causa da enorme e estranha cabeça dos machos. Além disso, o tórax do macho funciona como uma câmara de ressonância que produz altos chamados para atrair fêmeas. Eles se alimentam de insetos e outros animais. [ListVerse]

Fonte: http://hypescience.com/os-10-morcegos-mais-bizarros/

Pesquisa sugere que a maioria dos morcegos tem ‘fobia lunar’


Cientistas do México estudaram o comportamento de morcegos do mundo inteiro diante da luz da lua e analisaram que existe entre eles uma evidência de “fobia lunar”. A pesquisa sugere que a atividade destes animais na presença da lua diminui em comparação às noites mais escuras, sem uma luz natural. De acordo com a BBC britânica, os resultados podem ser explicados por um alto risco de predação e a falta de oportunidades para se alimentar em noites enluaradas. Publicado no jornal Mammalian Biology, o estudo representa o que cientistas chamam de “primeira avaliação confiável do fenômeno da fobia lunar”. “As evidências de que a atividade de morcegos diminui com o aumento da luz da lua eram contraditórias, e é por isso que decidimos conduzir a pesquisa”, conta Romeo Saldanha-Vazquez, autor do estudo e biólogo na Universidade do México. “O efeito da luz lunar na atividade dos morcegos não foi aprimorada além das informações existentes acumuladas nos últimos 20 anos em diferentes partes do mundo”, afirmou. Com a análise de 26 espécies de 11 estudos diferentes, os pesquisadores concluíram que a fobia lunar é comum entre os morcegos. Além disso, cientistas sugerem que o “medo” da lua pode ser por que estes animais podem ser facilmente encontrados pelos predadores em um ambiente naturalmente iluminado. Uma exceção, porém, foi encontrada em morcegos que voam acima das árvores. Essas espécies não diminuíam as atividades em noites claras iluminadas pela Lua. Saldana-Vazques afirma que é possível que isso ocorra por que esses morcegos tendem a voar rápido e vivem em climas temperados, onde não há tantos predadores. “Acreditamos que o estudo ajudará a reabrir o debate sobre a existência de um modelo generalizado”, disse o biólogo, que afirma esperar que o levantamento da questão seja investigado ainda mais profundamente.

Fonte: http://www.blog.gpme.org.br/?p=3451

Em contínua construção…

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