Arquivo da tag: Música

Tocando em Frente


 

Compositor: Renato Teixeira

Anúncios

Primavera


Primavera (Vai chuva)

Tim Maia

Quando o inverno chegar
Eu quero estar junto a ti
Pode o outono voltar
Que eu quero estar junto a ti (porque)

Eu (é primavera)
Te amo (é primavera)
Te amo (é primavera) meu amor
Trago esta rosa (para te dar)
Trago esta rosa (para te dar)
Trago esta rosa (para te dar)
Meu amor…

Hoje o céu está tão lindo (vai chuva)
Hoje o céu está tão lindo (vai chuva)
(É primavera)

Pra Não Dizer Que Não Falei Das Flores


De: Geraldo Vandré

Caminhando e cantando e seguindo a canção Somos todos iguais braços dados ou não Nas escolas nas ruas, campos, construções Caminhando e cantando e seguindo a canção Vem, vamos embora, que esperar não é saber, Quem sabe faz a hora, não espera acontecer Vem, vamos embora, que esperar não é saber, Quem sabe faz a hora, não espera acontecer Pelos campos há fome em grandes plantações Pelas ruas marchando indecisos cordões Ainda fazem da flor seu mais forte refrão E acreditam nas flores vencendo o canhão Vem, vamos embora, que esperar não é saber, Quem sabe faz a hora, não espera acontecer. Vem, vamos embora, que esperar não é saber, Quem sabe faz a hora, não espera acontecer. Há soldados armados, amados ou não Quase todos perdidos de armas na mão Nos quartéis lhes ensinam uma antiga lição De morrer pela pátria e viver sem razão Vem, vamos embora, que esperar não é saber, Quem sabe faz a hora, não espera acontecer. Vem, vamos embora, que esperar não é saber, Quem sabe faz a hora, não espera acontecer. Nas escolas, nas ruas, campos, construções Somos todos soldados, armados ou não Caminhando e cantando e seguindo a canção Somos todos iguais braços dados ou não Os amores na mente, as flores no chão A certeza na frente, a história na mão Caminhando e cantando e seguindo a canção Aprendendo e ensinando uma nova lição Vem, vamos embora, que esperar não é saber, Quem sabe faz a hora, não espera acontecer. Vem, vamos embora, que esperar não é saber, Quem sabe faz a hora, não espera acontecer. Link: http://www.vagalume.com.br/geraldo-vandre/pra-nao-dizer-que-nao-falei-das-flores.html#ixzz3Ul6W8TLD

Conectados à música


Museu virtual leva a um passeio pela história dos instrumentos musicais por meio de imagens, áudios, vídeos e textos informativos.

Conectados à música

O museu reúne centenas de instrumentos diferentes: de sopro, de percussão e de corda, como o bandolim. (foto: divulgação)

Aos amantes da música, uma boa notícia: pela primeira vez no Brasil foi inaugurado um museu virtual dedicado inteiramente ao estudo dos instrumentos musicais. O Museu Virtual de Instrumentos Musicais (MVIM) é um projeto do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A página permite uma experiência on-line interativa em um diversificado acervo musical e apresenta ainda informações detalhadas sobre cada instrumento.

O museu virtual foi elaborado de forma a facilitar a navegação dos visitantes e estimular todos os sentidos possíveis. Grande parte dos instrumentos cadastrados é acompanhada por arquivos de áudio que mostram o seu som e vídeos de como ele é tocado, além de fotos e textos informativos.

O principal objetivo do museu é contar a rica história dos instrumentos musicais para os brasileiros

Segundo a musicóloga Adriana Olinto Ballesté, coordenadora do projeto, o principal objetivo do MVIM é contar a rica história dos instrumentos musicais para os brasileiros. “São raros e dispersos os relatos históricos que mencionam instrumentos”, comenta. “Além disso, poucas pesquisas foram feitas sobre o assunto.”

Para Ballesté, o fato de o museu ser uma plataforma on-line é atrativo para o público. “Esperamos que o site chame a atenção de todos, já que ele vai permitir que o usuário faça buscas direcionadas de acordo com seus interesses na área musical”, explica a musicóloga.

De todas as partes

O museu virtual, criado com o apoio da Faperj, inclui todos os instrumentos do acervo físico do Museu Instrumental Delgado de Carvalho, da Escola de Música da UFRJ. São exemplares de todo o mundo, desde a Ásia, passando pela África, Europa e Américas.

Um item em destaque é a tíbia, uma flauta de origem asteca produzida no México feita a partir de uma tíbia humana (osso localizado na perna). Desperta interesse especial também o mayuri, instrumento indiano de cordas bastante usado nas cortes da Índia no século 19. Ele tem a caixa de ressonância em forma de pavão, animal considerado, na cultura indiana, o veículo do deus da música, Sarasvatî.

Assista a uma apresentação de mayuri

Também chama a atenção o so duang, um instrumento de corda que lembra um banjo, mas tem sua caixa de ressonância feita de bambu coberto com um tampo de pele de jiboia.

Ballesté afirma que o objetivo é manter o MVIM sempre em movimento. “Uma das questões que nos motivam a dar continuidade ao projeto é o esforço para incluir no acervo mais instrumentos usados na música brasileira, como o cavaquinho, o violão, a zabumba e a maraca, e falar sobre sua utilização em manifestações musicais de nosso país, como o choro e o boi-bumbá”, diz a musicóloga, que já adianta que sua meta futura é agregar ao museu um espaço lúdico com jogos interativos, voltado para atrair o interesse de professores de música e jovens estudantes.

por Valentina Leite
Ciência Hoje On-line

Fonte: http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/2015/02/conectados-a-musica/view

Ouça o som de anéis de árvore em um toca-discos


Screenshot from "Years," an artpiece by Bartholom

O artista Bartholomäus Traubeck criou uma vitrola personalizada capaz de “tocar” fatias transversais de troncos de árvore.

O resultado é a música “Years” (em português, “Anos”), uma gravação de áudio dos anéis de árvores sendo lidos por um computador e transformados em música, de forma parecida com uma agulha de toca-discos lendo os sulcos de um LP.

Mas, calma: os anéis de árvores não estão realmente sendo tocados, no sentido musical da coisa. Eles estão na verdade sendo “interpretados”, “traduzidos” para a linguagem da música. Ainda assim, a canção de fato varia de acordo com cada nova peça de madeira colocada sobre o prato giratório.

O toca-discos usa uma câmera PlayStation Eye e um motor de passo para capturar dados dos anéis e retransmiti-los para um computador. Um programa chamado Ableton Live então transforma esses dados em uma música de piano.

Fonte: http://hypescience.com/ouca-o-som-de-aneis-de-arvore-em-um-toca-discos/

Ouça a música mais antiga do mundo


No início dos anos 1950, arqueólogos desenterraram diversas tábuas de argila do século 14 aC. Encontradas na antiga cidade síria de Ugarit, estas tábuas continham sinais cuneiformes do idioma Hurrita – pertencente ao povo Hurrita, que viveu na antiga Mesopotâmia. O texto encontrado acabou por ser a música mais antiga já descoberta, um hino de 3.400 anos de idade. Anne Draffkorn Kilmer, professor de Assiriologia na Universidade da Califórnia, nos EUA, produziu a interpretação que você vê na imagem em 1972. Desde as suas publicações iniciais na década de 60 sobre o achado, outros estudiosos publicaram suas próprias versões.

Segundo Richard Fink, em um artigo de 1988 na revista Archeologia Musicalis, a descoberta confirma a teoria de que “a escala diatônica de 7 notas, bem como a harmonia, existiam há 3400 anos”. Isso vai contra os pontos de vista da maioria dos musicólogos que acreditam que a harmonia no mundo antigo era praticamente inexistente (ou mesmo impossível) e que a escala só surgiu com os gregos, 2000 anos atrás. Richard Crocker, colega de Kilmer, afirma que a descoberta “revolucionou todo o conceito da origem da música ocidental”.

Debates acadêmicos de lado, como a música mais antiga do mundo soa? Ouça uma versão abaixo e descubra por si mesmo. Sem dúvida, o teclado midi não era o instrumento que os sumérios escolheriam para tocar a canção, mas é suficiente para nos dar uma ideia de como seria essa estranha composição – embora o ritmo seja apenas um palpite.

Fonte: http://hypescience.com/ouca-musica-mais-antiga-mundo/