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Estupro no Brasil: a realidade é ainda mais grave


País tem em média 45 mil estupros por ano. Mas esse número pode chegar a 527 mil casos se for considerada a subnotificação.

Fonte: https://www.nexojornal.com.br/video/video/Estupro-no-Brasil-a-realidade-%C3%A9-ainda-mais-grave

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A dor de urinar, menstruar e dar à luz após mutilação genital


  • BBC

    Hibo Wardere nasceu na Somália e foi submetida à mutilação genital aos seis anos de idade

    Hibo Wardere nasceu na Somália e foi submetida à mutilação genital aos seis anos de idade

Cerca de 200 milhões de mulheres e meninas em todo o mundo já foram vítimas de mutilação genital.

Muitos se perguntam como é viver com esse tipo de mutilação, passando por situações como urinar, menstruar ou ter um filho.

“A primeira vez que você nota que seu físico mudou é quando você faz xixi”, diz a somali Hibo Wardere, de 46 anos.

Hibo tinha apenas seis anos quando foi submetida ao que a OMS (Organização Mundial da Saúde) classifica como mutilação “tipo 3”.

Nesse tipo de procedimento, os lábios vaginais são cortados e costurados, sendo reduzidos a apenas um buraco minúsculo que Hibo compara ao tamanho de um palito de fósforo. O clitóris também é removido.

Ela cresceu na Somália, onde 98% das mulheres entre 15 e 49 anos foram submetidas à mutilação genital.

‘Ferida aberta’

“Uma ferida aberta na qual esfregaram sal ou pimenta ─ era isso que parecia”, é como Hibo descreve a sensação ao urinar.

“Então você percebe que a urina não está saindo da forma como costumava sair. Sai em gotinhas e cada gota é pior do que a anterior. Todo o processo dura quatro ou cinco minutos, mas a dor é horrível.”

Hibo mudou-se para o Reino Unido quando tinha 18 anos e, meses depois de chegar, foi a um médico para tentar atenuar o problema.

Sem saber falar inglês, Hibo recorreu a um tradutor, que se negou a traduzir o que ela dizia. Mesmo assim, o médico conseguiu entendê-la.

Hibo então passou por uma cirurgia chamada defibulação, que amplia a abertura vaginal.

A solução não é definitiva, tampouco restaura a sensibilidade do órgão. Mas, segundo Hibo, o procedimento aliviou as dores que sentia ao urinar.

Bloqueio e trauma

Sexo também era um obstáculo, afirma ela.

“Mesmo se o médico abriu você, o que sobrou é um espaço minúsculo”, relata.

“O que deveria se expandir já não está mais lá. Então o buraco que você tem é muito pequeno e sexo é muito difícil. Você tem prazeres mas é muito raro.”

O trauma da mutilação também dificulta a vida de Hibo.

“Primeiro você tem um bloqueio psicológico porque a única coisa que você associa com aquela parte de você é a dor”, conta.

“A outra parte é o trauma que você passou. Então qualquer coisa que esteja acontecendo lá embaixo você não vê como algo bom”, acrescenta.

Números divulgados em fevereiro deste ano pela Unicef, o Fundo das Nações Unidas para a Infância, estimaram em 200 milhões o total de mulheres vítimas de mutilação genital em todo o mundo. Indonésia, Egito e Etiópia concentram metade das vítimas.

No Reino Unido, a mutilação genital feminina foi proibida desde 2003. Em 2015, o governo introduziu uma nova lei exigindo que profissionais de saúde denunciem à polícia casos da mutilação em menores de 18 anos.

Ativistas e polícia estão alertando a população sobre o risco de estudantes britânicas estarem sendo levadas para fora do país especificamente para serem submetidas à mutilação.

Trata-se da chamada “temporada de corte”, que ocorre normalmente no meio do ano (durante as férias escolares).

Pouca informação

Pouco se sabe sobre como as sobreviventes da mutilação enfrentam as sequelas deixadas pelo procedimento.

São amplas as consequências de uma mutilação que em alguns casos envolve a remoção do clitóris (tipo 1), a remoção do clitóris e dos pequenos lábios (tipo 2), remoção dos pequenos e grandes lábios e um estreitamento da abertura vaginal, geralmente, como no caso de Hibo, com a remoção do clitóris também (tipo 3), ou qualquer tipo de mutilação genital (algumas vezes chamadas de tipo 4).

Os sintomas não são discutidos abertamente.

Segundo Janet Fyle, conselheira de políticas para o Royal College of Midwives, especializado em obstetrícia, isso acontece, em parte, porque a mutilação genital feminina é tão normal em algumas comunidades que as mulheres não encaram como um problema.

Além disso, elas não associam as várias complicações de saúde que têm com o procedimento a que se submeteram na infância, acrescenta Fyle.

A rotina para as sobreviventes pode ser triste. De acordo com o NHS, o SUS britânico, essas mulheres ficam mais suscetíveis a infecções urinárias, infecções uterinas, infecções renais, cistos, problemas de fertilidade e dor durante relações sexuais são apenas algumas das consequências.

A cirurgia para “reverter” a mutilação, como a defibulação às vezes é chamada, pode ajudar a aliviar alguns dos sintomas.

Mas Fyle, que é de Serra Leoa ─ um país onde a mutilação genital feminina é uma prática comum ─ afirma que o cuidado não é tão simples e pode envolver várias equipes médicas.

“A cirurgia está ligada às consequências (psicológicas) de longo prazo ─ algumas pessoas descrevem como sendo pior do que transtorno do estresse pós-traumático que (geralmente) afeta soldados que estiveram no campo de batalha”, explica.

Gravidez

Quando ficou grávida em 1991, aos 22 anos, Hibo diz ter ficado aflita com a ideia de que médicos e enfermeiras olhavam sua genitália, que havia sido alterada.

“Lembro de pegar um travesseiro e colocar na minha cara pois não queria sentir a humilhação, a dor. Saber que todos aqueles olhos iriam me olhar era demais”, lembra.

Durante o parto, ela teve flashbacks do momento em que foi mutilada ─ uma experiência comum entre as sobreviventes.

Na época, ela era a primeira sobrevivente de mutilação genital feminina atendida pelos funcionários do hospital de Surrey, no sudeste da Inglaterra. Nem ela e nem os profissionais de saúde sabiam como tornar o parto mais fácil.

“Antes que eles pudessem pensar no que iria acontecer e como fariam o parto do menino, meu filho veio. Eles tiveram que me cortar. Meu filho na verdade cortou partes de mim também pois ele veio com muita força”, lembra Hibo.

“Eles ainda estava muito chocados e não sabiam o que fazer comigo. Foi horrível e acabei precisando de muito tempo para me recuperar”, acrescenta.

Apesar da experiência, Hibo ainda teve outros seis filhos e os partos seguintes foram bem menos traumáticos. O segundo filho nasceu graças a uma cesariana e ela elogiou o serviço de saúde pública britânico pela conscientização e apoio às vítimas de mutilação.

Apoio

Hibo diz acreditar que foi graças ao apoio do marido, Yusuf, que conseguiu falar abertamente sobre a mutilação genital feminina.

Mas tanto o casal quanto a família não conseguiram escapar do tabu envolvendo a prática.

A decisão de Hibo de protestar contra a mutilação genital feminina prejudicou o relacionamento entre ela e sua mãe.

Foi a mãe de Hibo que a levou para ser mutilada, reforçando uma crença muito comum na cultura do país de que a prática é essencial para a reputação de uma jovem e suas futuras chances de casamento.

“Minha mãe me amava e ela fez isto por amor”, resigna-se Hibo.

“Ela pensou que estava me protegendo. Pensou que estava protegendo a honra da família. Ela mesma foi uma vítima ─ e a mãe dela, e a avó dela. Gerações passaram pela mutilação genital feminina e não viram nada errado”, diz.

“Elas pensavam que se não fossem cortadas, iam ficar faladas, iam ser estigmatizadas, ninguém iria se casar com elas. Você será vista como alguém que fica com muitos homens. Era uma proteção para elas e também para a família”, acrescenta.

Hibo e a mãe conseguiram se reconciliar antes de ela morrer. Mas seus sogros não aprovam a decisão do casal de não submeter as três filhas à mutilação.

“Eles acreditam que fiz algo errado para as crianças, eles se perguntam sobre (o destino das) minhas filhas ─ quem vai casar com elas?”, disse Hibo.

“E aqui estou eu, pensando: ‘Eu me importo com a parte do casamento ou me importo com a saúde delas? Quero que elas sofram o mesmo que eu sofri? Quero que elas passem pelo que passei?’ De jeito nenhum.”

Hibo Wardere escreveu um livro a respeito de sua luta, Cut: One Woman’s Fight Against FGM in Britain Today (Corte: A Luta de uma Mulher contra a Mutilação Genital Feminina na Grã-Bretanha de Hoje, em tradução livre).

Em um dos trechos, ela descreve o choque de ver pela primeira vez o que tinha sobrado de sua vagina, algo que lhe “tirou o fôlego”.

“Nenhuma proteção, nenhuma beleza, a área entre as minhas pernas parecia areia marrom escura na qual alguém tinha desenhado uma linha fina, então era como se alguém tivesse enfiado uma vara na areia, ali no fim da linha estava um buraco. Minha vagina”.

“Eu podia ver que era um pouco maior do que tinha sido costurado originalmente graças ao médico que me abriu um pouco. Mas estava lá. A única pista de que eu era uma mulher. O resto da minha genitália tinha sido fatiada e jogada fora.”

Fonte: http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/bbc/2016/05/14/a-dor-de-urinar-menstruar-e-dar-a-luz-apos-mutilacao-genital.htm

 

Consentimento sexual: campanha “desenha” para explicar o que é


Genitais são personagens animados dos vídeos lançados por agência canadense (Divulgação / Project Consent)

“Consentimento é simples. Se não é SIM, é NÃO”. Esse é o slogan de uma campanha do Project Consent, uma iniciativa sem fins lucrativos que combate a cultura do estupro. Mas que diabos significa isso? Cultura do estupro é um conceito usado para explicar como a violência contra a mulher virou algo tão banal na sociedade que muitas pessoas sequer percebem sua existência – e acabam incentivando-a. Por exemplo, quando alguém pergunta a uma vítima de abuso “qual roupa estava usando no momento”. Ou quando homens acham normal assobiar/cantar/constranger uma garota no meio da rua. E por aí vai…

Consentimento sexual é respeitar SEMPRE, em QUALQUER circunstância, a vontade e o corpo do outro. Parece difícil de entender? Precisa desenhar? Tudo bem, tem um monte de gente desenhando pra tornar tudo bem didático. O Project Consent, em parceria com a agência canadense Juniper Park/TBWA, divulgou uma série de vídeos usando genitais como personagens para explicar o que pode e o que não pode. Três deles estão aqui ó:

Pra mim, a melhor de todas as animações que viralizaram na internet para explicar consentimento sexual é esta abaixo. Ela faz uma analogia genial com o gesto de oferecer uma xícara de chá a alguém que te visita.

Fonte: https://br.vida-estilo.yahoo.com/post/140641073265/consentimento-sexual-campanha-desenha-para

‘E se fosse a sua mulher?’ A mensagem deste pai fotógrafo à filha vai te dar esperança


Pedrinho Fonseca é fotógrafo e – entre muitos outros projetos – mantém o “A Olho Nu”. Veja abaixo, a descrição do trabalho, segundo Fonseca.

“Um registro de mulheres que têm algo relevante a dizer e que através da sua voz e do seu corpo delimitam a fronteira invisível do respeito. As fotos delas vão para um site e também para um perfil no Instagram, junto com um texto que escrevo.”

irene

 Irene, algo estarrecedor aconteceu hoje, 20 de fevereiro de 2015, no meu e-mail. Um texto enviado por um rapaz equivocado me tirou um pouco da fé que procuro ter na humanidade. Tirou do chão que havia sob meus pés a confiança nas coisas que podem e devem mudar nas relações humanas – nesse caso, no que tange às relações entre homens e mulheres, mais especificamente. Deixa eu voltar duas casas para que no futuro, ao ler, você entenda o contexto. Estou fazendo um trabalho, filha, fotografando nus femininos. Um registro de mulheres que têm algo relevante a dizer e que através da sua voz e do seu corpo delimitam a fronteira invisível do respeito. As fotos delas vão para um site e também para um perfil no Instagram, junto com um texto que escrevo. Os ensaios duram em média duas horas e meia: duas de conversa, meia de cliques. Porque ao ouvi-las, entendo em que momento da vida estão e – agora sim o intuito final do projeto – que mulher é essa que, em 2015, caminha para o futuro. Saber que lugar é esse que elas querem chegar. Até agora foram mais de trinta mulheres e uma lista de espera bem grande. Hoje, uma das mulheres que seria fotografada, amanhã, cancelou o seu ensaio. Na véspera. Ela me disse que o namorado criou a maior confusão quando soube do ensaio e isso se estendeu até hoje à tarde. Já ele me mandou um e-mail que dizia que eu “deveria contactar os parceiros das mulheres para saber, antes, se eles autorizavam suas namoradas a posarem nuas”. Ainda perguntou: “se fosse a sua mulher?”. Mandei o link do ensaio da sua mãe para ele. Olha, filha: JAMAIS deixe um homem pensar que ele é dono do seu corpo. JAMAIS. Seu corpo, esse presente que o Universo deu, é só seu. Faça com este corpo o que VOCÊ MESMA quiser. NUNCA deixe que seu companheiro ou companheira mande nisso. Pense no seu corpo como algo único, raro: só você tem. Ninguém mais. O corpo é a capa da alma e nos protege dos mais violentos ventos. Se um dia você quiser posar nua, filha, tem o meu apoio. E se não quiser, tem o meu apoio também. Agora, se um dia você namorar um babaca, filha, vou infernizar a sua vida. Do seu pai, Pedro
Fontes:

Por que as pessoas insistem em fazer sexo sem camisinha?


Tipos de Camisinha - Divertidas

Ter prazer é ótimo e muito importante para deixar a vida mais gostosa. Mas vale a pena se arriscar por alguns minutos de prazer? Pelo que vemos no mundo, parece que sim.

Há uma semana mais ou menos, um casal do BBB transou sem preservativo. Em rede nacional. Para o mundo inteiro acompanhar sua burrice. E há alguns dias também apareceu uma história de homens gays que fazem festa para se contaminar com o vírus HIV só por diversão – o que é crime, é bom lembrar. E quantos amigos e amigas fazem sexo sem camisinha e acham que está tudo bem?

Não tem essa de chupar bala com papel. Confiar sua saúde a outra pessoa é uma atitude tão irresponsável que apenas mostra que você não está maduro para ter uma vida sexual saudável. Não importa o tempo do relacionamento, não importa a cara da pessoa: você nunca vai saber o que o outro faz quando não está com você. E talvez o outro nem imagine que foi contaminado.

De acordo com o relatório “The Gap Report”, do Programa Conjunto das Nações Unidas HIV/Aids (Unaids), de 2014, o Brasil teve um aumento de 11% em novas infecções entre 2005 e 2013. Se fizermos um recorte entre jovens, então, essa porcentagem sobe para 50%.

Quando sua mãe ou avó dizem que quem tem saúde tem tudo elas não estão apenas repetindo uma frase de mãe ou avó. Elas estão tentando te mostrar que se a vida já é difícil saudável, imagine só a barra que é seguir em frente com ainda mais obstáculos.

Existe a camisinha masculina e a feminina. Existem diversos tipos delas, com gostinho, cor, cheiro, maior ou menor sensibilidade, texturas… encontre uma maneira de se divertir. Só não coloque sua vida em risco.

Como usar a camisinha?

1 – Masculina:

2 – Feminina:

Fontes:

Vídeo mostra os diferentes padrões de beleza que tivemos em 3.000 anos de história


women-ideal-body-type-history-video-21Será que a beleza está nos olhos de quem vê? Pode ser. Mas uma coisa é certa: o padrão de beleza sempre muda e é determinado pelos costumes da cada época.

Beleza é um conceito individual, mas também em grande parte cultural. Se você não acredita nisso, é só parar para pensar em como “o que é belo” mudou ao longo do tempo.

Todos nós provavelmente temos pelo menos uma ideia de como as mulheres de diferentes períodos históricos se vestiam, mas que tipos de corpo tinham? O que buscavam como o “corpo ideal”?

A equipe do site Buzzfeed explorou essa ideia através da criação de um vídeo de apenas três minutos.

Os trajes de banho brancos que todas as modelos usam ajudam a acentuar as diferenças entre seus corpos, acabando com outros potenciais elementos históricos que poderiam nos despistar, como roupas ou joias.

Tudo isso só serve para provar que não há uma maneira correta de interpretar a beleza feminina. Se você não se encaixa no padrão atual, não se desespere: ele pode (e vai) mudar a qualquer momento. Seja você mesma.

Egito Antigo (cerca de 1292 a 1069 aC)

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O ideal: corpo delgado, ombros estreitos, cintura alta e rosto simétrico.

Grécia Antiga (cerca de 500 a 300 aC)

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O ideal: mulheres roliças, encorpadas, com pele clara. Elas eram consideradas versões “desfiguradas” dos homens.

Dinastia Han (cerce da 206 aC a 220 dC)

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O ideal: cintura fina, pele pálida, olhos grandes e pés pequenos.

Renascença Italiana (cerca de 1400 a 1700)

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O ideal: seios fartos, barrigas rechonchudas, quadris cheios e pele clara.

Inglaterra vitoriana (cerca de 1837 a 1901)

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O ideal: mulheres desejavelmente roliças, encorpadas, com cintura fina. Elas usavam espartilhos para atingir a forma de corpo ideal.

Anos Vinte (década de 1920)

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O ideal: peitos pequenos, cabelo curto, estilo “moleca” (figura de menino).

Era de Ouro de Hollywood (cerca de 1930 a 1950)

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O ideal: figura curvilínea, corpo estilo ampulheta, com seios grandes e cintura fina.

Anos Sessenta (década de 1960)

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O ideal: corpo esbelto e fino, pernas longas e finas, físico adolescente.

Era Supermodelo (década de 1980)

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O ideal: mulheres altas, com corpo atlético e talhado, mas curvilíneo e braços tonificados.

Anos Noventa (década de 1990)

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O ideal: corpo extremamente magro, pele translúcida, aparência andrógena e frágil.

Beleza pós-moderna (de 2000 a hoje)

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O ideal: barriga reta, corpo magro “saudável”, com espaço entre as coxas e seios e bumbum grandes. As mulheres fazem regularmente cirurgia plástica para alcançar a aparência desejada.

Veja o vídeo abaixo:

Fontes:

http://hypescience.com/3-000-anos-de-padroes-de-beleza-em-um-video-de-3-minutos/